Um antigo adágio popular dos ralis, uma espécie de Lei de Murphy, diz que o que pode acontecer de ‘mau’ vai acontecer. Basta recordar o que aconteceu na última volta das 24 Horas de Le Mans 2016 à Toyota! O mesmo se aplica aos legisladores do desporto, cujas decisões por vezes desenham um caminho cheio de pedras, entre os desafios comercial, e desportivo, com pressões impostas pelos promotores do WRC.
A pouco satisfatória situação que aconteceu na PowerStage do Rali da Suécia quando Ogier usou o regulamento para aumentar os seus pontos no Mundial, para desagrado dos promotores do WRC, que viram as suas atividades promocionais da PowerStage serem ameaçadas.
A mesma situação aconteceu no México, desta vez com um ‘volte-face’. Quando Tanak e Neuville se deixaram ficar para trás para rodar atrás do líder do rali, (Ogier), a WRC TV não mostrou as suas imagens dos carros no troço. Pelos vistos, a ‘luta’ entre o ‘desporto’ e a interferência comercial parece que vai continuar.
Mas a FIA não vai ficar quieta e está prestes a fazer alterações nos regulamentos das PowerStage de modo a acabar com a ‘festa’, sendo certo que, do lado das equipas, enquanto as regras não forem mudadas, pdoemos esperar novas táticas, todas as que os regulamentos permitirem, pois a questão só será discutida na comissão WRC em maio, para ser votada depois no Conselho Mundial.
Até lá, continuam as táticas…












