Paulo Caldeira e Ricardo Faria voltaram ao asfalto, num rali rápido e exigente, onde as coisas poderiam ter corrido melhor. O regresso à competição prometia ser um teste de fogo e a realidade do terreno acabou por confirmar as expectativas: “Não correu como esperava. Faltou-me algum ritmo, apesar do carro e do navegador terem estado sempre ao mais alto nível. Numa prova rápida e algo técnica, há na verdade diversas coisas a melhorar. Nesta fase de asfalto não vou a Castelo Branco, mas quero estar presente na Madeira”, disse Paulo Caldeira.
Apesar de a mecânica do carro ter correspondido na perfeição e do entrosamento com o navegador se manter inabalável, as características específicas das classificativas exigiam uma confiança extrema que só o ritmo competitivo continuado consegue trazer. Cada troço apresentou armadilhas cinzentas e zonas de alta velocidade que não perdoavam a mínima hesitação.










