Sabendo-se que temos que esperar pelo desenrolar da corrida e por um eventual ‘caos estratégico’ dependendo do que for sucedendo, em teoria, se a corrida for normal, sem incidentes de maior, o ponto crucial será o arranque…
Se em todas as corridas o arranque é importante, imagine-se no Mónaco: é ainda mais. A margem de erro é bastante grande, uma vez que a pista até à Curva 1 é tão curta que não há muito tempo para o carro em segundo lugar ganhar terreno suficiente para ultrapassar o piloto na pole position, mas não é impossível – e como é lógico já aconteceu no passado.
No ano passado, a pressão de sair da linha de meta de forma limpa estava toda do lado de Charles Leclerc, que partiu da pole na sua corrida caseira. Quase se repetiu desta vez, mas Leclerc foi batido por uma excelente última volta de Lando Norris e será o piloto da McLaren a alinhar na P1 da grelha.
Norris não vence um Grande Prémio desde a ronda inaugural na Austrália, mas está apenas a 13 pontos do companheiro de equipa Oscar Piastri na classificação, pelo que poderá recuperar alguma coisa na corrida de hoje. No entanto, com Leclerc ao seu lado, ele sabe que o monegasco não hesitará em tentar passar na Curva 1 se houver uma pequena hipótese, uma vez que Leclerc tem como objetivo uma vitória consecutiva em casa.
Para a maioria dos que vêm atrás, embora haja uma hipótese de recuperar ou perder um lugar, a principal preocupação tende a ser manter-se afastado de problemas à medida que o pelotão se concentra na primeira curva, pois qualquer contacto pode rapidamente arruinar a corrida de qualquer um. Lembra-se do forte acidente o ano passado na subida de Beau Rivage e Massenet?
FOTO MPSA/Phillippe Nanchino










