Frédéric Vasseur é agora o novo timoneiro da Ferrari e tem como missão levar a Scuderia de novo ao sucesso. O francês tem uma missão espinhosa pela frente, mas começou bem, com uma passagem de testemunho limpa por parte de Mattia Binotto.
Vasseur elogiou a postura de Binotto que tratou do processo de transição de forma clara e transparente:
“O processo foi cristalino”, explicou Vasseur. “Mesmo que tivéssemos alguns rumores na imprensa em Abu Dhabi, não falamos antes. Tivemos a primeira discussão na semana após Abu Dhabi e foi muito, muito rápido. Depois tive uma chamada com o Mattia e até me encontrei com ele. Tivemos uma discussão individual. Mattia ficou, esperou por mim, e discutimos muitas coisas em conjunto”.
Vasseur também falou com Jean Todt, o compatriota que levou a Ferrari ao domínio absoluto no início do novo milénio:
“Com certeza, tive algumas discussões com o Jean”, explicou Vasseur. “Trocamos mensagens pelo WhatsApp há algumas semanas, e vou encontrá-lo em breve. Todos os conselhos são certamente bem-vindos, mas penso que hoje também é bastante difícil comparar a situação de 94, 95, e 2022. Conheço Jean há mais de 20 anos”, acrescentou Vasseur. “Ele nunca esteve muito longe de mim na minha vida profissional. Penso que faz sentido para mim discutir com ele, mas não é uma questão de ser um consultor. Estou a considerar Jean como uma relação próxima e nada mais”.











