Niki Lauda foi dos primeiros a mostrar desagrado e preocupação com o rumo que a Liberty está a tomar em relação ao futuro. Os termos “Estou preocupado” e “o tempo está a esgotar-se”, foram os mais fortes que se fizeram ouvir, com a ideia de nivelar as performances na F1 a causar desconforto diretor não executivo da Mercedes, que defende que a F1 sempre foi o contrário.
Uma das primeiras vozes de apoio à “nova gerência” é Christian Horner, responsável pela equipa Red Bull. Segundo o britânico, é injusto estar a apontar o dedo à Liberty quando apenas passaram 9 meses desde a sua entrada. Para Horner é preciso dar tempo aos novos donos da F1 para entenderem o desporto na sua generalidade.
Para o homem da Red Bull, as criticas foram mesmo injustas e defende o modelo que está a ser adotado, com a contratação de pessoas conhecedoras da realidade da F1, como Ross Brawn: “Muitas vezes as decisões foram tomadas em cima do joelho. Talvez as coisas não estejam a ir tão rápido quanto Niki desejaria, mas é um processo que leva tempo e penso que se está a fazer de forma correta. Pela primeira vez a F1 recrutou especialistas (Ross Brawn) para fazer uma análise detalhada.”
Os elogios à postura da Liberty continuaram com a relativização das perdas nos lucros, que irá afetar diretamente as equipas. “Estão a construir infraestruturas, estão a investir no desporto, no marketing, no negócio da F1. Está a ser montada uma estrutura que permita à F1 ter uma base para acompanhar as mudanças que se avizinham, algo que não acontecia no passado. Não temos qualquer problema com a forma como as coisas estão a decorrer e estamos interessados em perceber quais são os planos para o futuro.”
Parece que para já a Liberty tem um aliado de peso.










