Em fevereiro passado, Andrea de Zordo, diretor chefe de design da Haas, explicou que os constrangimentos financeiros da equipa norte-americana em 2022 não permitiram o desenvolvimento apropriado do monolugar, mas que para este ano o cenário poderia ser diferente. “Este orçamento extra [permite] um desenvolvimento extra, não só para fazer mais peças, mas também para ter a possibilidade de fazer mais testes, para acelerar o processo de compreensão de alguns detalhes e acelerar todo o processo de desenvolvimento do carro”, admitia o responsável. No entanto, o “programa de atualizações mais forte” prometido por Simone Resta, diretor técnico da Haas, ainda na apresentação do VF-23 não será uma realidade, depois do chefe de equipa ter confirmado que está apenas planeada a introdução de novos componentes em Zandvoort, no regresso da F1 após a pausa de verão.
“É difícil dizer o que esperar das atualizações”, explicou Steiner, sublinhando ainda que em Zandvoort terão “uma nova asa dianteira e novas entradas de ar para os travões”. O responsável máximo da Haas assume que “não planeamos mais atualizações depois disso, porque primeiro temos de encontrar desempenho no túnel de vento. Não se pode introduzir atualizações no carro que não fazem nada”. Assim sendo, o que era uma possibilidade em fevereiro, deixou de o ser em agosto.
Como explicamos na análise à primeira metade da temporada, a Haas continua numa espécie de serviços mínimos, demonstrando os mesmos problemas das temporadas passadas.












