Será que vamos voltar a ver a Haas como nos primeiros anos, a lutar por lugares no top 10? Olhando para o cenário atual, parece pouco provável. A equipa continua a mostrar soluções interessantes do ponto de vista técnico, mas não as consegue capitalizar da melhor forma. Este ano, regressou ao esquema que teve sucesso no início de vida da equipa, com a escolha de dois pilotos experientes. Nico Hulkenberg foi uma grande adição e já mostrou que manteve todas as qualidades, com Kevin Magnussen a ter dificuldades em conseguir tirar o melhor do carro que exige um estilo de condução contranatura para o dinamarquês. Mas é a Haas dos últimos anos que vemos. Serviços mínimos, poucas atualizações, numa espécie de número de sobrevivência. Quando se fala que a entrada de novas equipas tem de ser muito bem ponderar e que as equipas novas têm de trazer valor, vale a pena perguntar que valor traz a Haas. É que todas as equipas do fundo da tabela têm uma justificação e mostram potencial para ser um pouco mais do que são agora… menos a Haas.
Posição – 8º
Vitórias – 0
Pódios – 0
Poles – 0
Pontos – 11










