Há muito que não se falava de Michael Schumacher, mas ficou agora a saber-se que o antigo piloto de F1 – que sofreu um grande acidente quando praticava esqui em dezembro de 2013, estando desde aí num longo processo de recuperação de um estado que muito poucos sabem qualquer é, com exatidão – foi transportado para o Hospital Georges-Pompidou, em Paris, onde está a realizar um tratamento experimental, inovador, de infusão de células estaminais.
Michael Schumacher terá sido levado de ambulância de Genebra, cidade suíça onde reside, para Paris, de onde se espera saia hoje depois de ter sido tratado pelo cirurgião cardíaco, o francês Philippe Menasche, na Unidade de Monotorização Contínua do Departamento de Cirurgia Cardiovascular do hospital.
Segundo a imprensa francesa, este cirurgião cardíaco foi pioneiro da terapia celular, em 2014, na qual realizou um transplante de células cardíacas embrionárias num paciente para tratar a sua insuficiência cardíaca. O tratamento visa a regeneração de células, esperando-se que desta forma os tecidos lesados recuperem.
Como referido anteriormente, este é um tratamento experimental, inovador, mas a verdade é que a medicina regenerativa ainda está a dar os primeiros passos, sendo por isso necessário esperar por resultados. Este tipo de tratamento é mais um passo na descoberta de soluções para casos como o de Schumacher, e deixa claro o que já se desconfia há muito, que o caso de Schumacher é grave ao ponto de serem utilizados métodos experimentais.
Apesar do seu estado de saúde se manter em segredo, isso sempre deixou claro que o quadro clínico é grave. Em dezembro deste ano cumprem-se seis anos da data do acidente.











