O que lhe valeu foi ter assegurado em Braga o título nacional de Velocidade, pois caso as contas estivessem em aberto da mesma fora que estava o TCR Ibérico a ‘coisa’ poderia ter sido complicada, pois Francisco Mora foi ‘eliminado’ logo na corrida de abertura do programa devido a um acidente em que foi envolvido e com os danos do carro ficou sem hipóteses de lutar pelo TCR Ibérico, que desta forma foi ganho por Francisco Abreu:
“Depois de um ano quase perfeito, saio triste do Algarve porque não pude atingir o último objetivo do ano. Foi pena o acidente logo na primeira corrida que me deixou fora de prova para o resto do fim de semana. O carro ficou muito afetado e se a equipa tinha os meios e material para substituir as peças danificadas, inclusive trocar o motor, detetaram danos ao nível do chassis e isso não tinha solução rápida. Podíamos colocar o carro na grelha, mas nunca conseguiríamos ter um carro em condições de lutar pelos objetivos, face a uma concorrência que, – a exemplo do que se mostrou ao longo do ano -, está muito forte” começou por dizer Francisco Mora.
“No entanto este ano foi fantástico e não é este fim-de-semana que estraga tudo o que fizemos ao longo da época. Com sete vitórias fui o piloto que mais provas conseguiu ganhar e nas 10 corridas disputadas até esta jornada, tenho dez pódios e isso é espetacular. Tenho de agradecer a todos os que me apoiaram, aos meus pais e à VLB por acreditar em mim. Uma palavra ainda para a Veloso Motorsport, equipa de grande nível, que me colocou sempre à disposição um carro em fantásticas condições” disse.












