Não é algo que, em princípio, terá de fazer no CPR, mas em provas como o Rali do Ártico é muito habitual e a pá faz mesmo parte das ferramentas obrigatórias.
O co-piloto luso estreou-se ao lado do saudita Al-Rashed Rakan.
A dupla começou em 24º, subiram até 12º, mas depois ficaram presos num banco de neve. Lograram tirar de lá o carro e terminaram a prova, ainda que em 43º da geral, 21º da classe: “Esta posição final não traduz o excelente rali que vínhamos a fazer. Infelizmente na nona e penúltima classificativa tocamos no interior de um banco de neve e fomos projetados para fora de estrada caindo 27 posições.
Foram 25 minutos sozinho a cavar, a remover a imensa neve que estava por baixo do carro e muitas tentativas falhadas, mas fazendo não desisti enquanto não consegui sair de lá. Abandonar o barco só mesmo quando ele for ao fundo! Saio triste pelo classificação final mas também muito contente pelo trabalho que fizemos ao longo de toda a semana. Tudo começou da estaca zero, novas notas, novos métodos e foi a primeira vez juntos dentro de um carro de ralis”, escreveu Hugo Magalhães no seu Facebook.












