Há pilotos como Jari-Matti Latvala que por vezes mostram mais rapidez que o francês, mas enquanto este se mantém, na maioria das vezes afastado dos problemas, os seus adversários parecem atrai-los. Nem mesmo quando fura, perto do final duma prova, como foi o caso do Rali da Grécia, perde a liderança. Sorte? Talvez, mas basta olhar para os números acima para ser bem mais fácil dar uma explicação plausível.
Na Grécia, Mikko Hirvonen e Jarmo Lehtinen contribuíram para a terceira dobradinha do ano, depois do México e da Argentina. Com isso, Sébastien Loeb e a Citroën alargaram a vantagem no topo dos respetivos mundiais, ao passo que Mikko Hirvonen subiu para segundo na tabela do Mundial de Pilotos:
“Gerimos bem o rali, apesar da constante pressão dos nossos adversários. Não perdi a calma em nenhum momento, mesmo quando furei, porque sabia que tinha uma boa vantagem. Podemos contar com a total fiabilidade do DS3 WRC e isso é de sublinhar.”, referiu Loeb. “É na equipa técnica que penso quando falamos desta dobradinha.”, acrescentou Mikko Hirvonen. “Não tivemos qualquer problema mecânico em qualquer dos carros e isso é fantástico num rali como este. No que me diz respeito estou um pouco surpreendido por ter terminado em segundo, mas fui consistente e não cometi erros. Estou ansioso pelos próximos dois ralis, a Nova Zelândia e a Finlândia”.











