O Grande Prémio de França regressa a Paul Ricard, depois de em 2020 não o ter feito devido à pandemia de Covid-19. A Pirelli anunciou os compostos de pneus disponíveis para o evento.
Serão os C2 (pneu duro), C3 (médios) e C4 (macios). Esta é a mesma escolha que foi feita em 2019, aquando da última visita ao circuito. Afirma o fornecedor de pneus que esta gama de borrachas está bem adaptada às características variadas da pista. O novo asfalto colocado em quase todas as curvas, imediatamente antes da corrida de 2019, garante uma superfície lisa para os pneus operarem.
A marca italiana anunciou também as pressões adequadas ao traçado: 21.0 psi na frente e 19.5 pis nos pneumáticos da traseira, com um camber de -3.50° à frente e -2.00° na traseira.

A degradação dos pneus em Paul Ricard é geralmente baixa, no entanto, a Curva 13 é particularmente exigente em termos de energia contínua sobre o pneu, tal como a curva Signes após a reta Mistral.
O sector três do circuito trabalha mais as forças laterais do que tração e travagem; o resto da volta é bastante equilibrado (uma das razões pelas quais esta pista é um local de teste bem conhecido).
A estratégia vencedora, em 2019, foi de uma só paragem, para mudar de pneus médios para duros. Foi adotada por todos os pilotos, exceto sete, que iniciarem a corrida com pneu médio.
Paul Ricard pode ser muito quente nesta altura do ano: da última vez, as temperaturas da pista excederam os 50 graus centígrados.











