Numa época que tem sido desastrosa a vários níveis, a Alpine voltou a estar muito mal. O GP da Grã-Bretanha marcou o fim de uma série de quatro corridas consecutivas a pontuar para uma estrutura que continua instável e sem rumo.
Pierre Gasly já tinha o fim de semana arruinado com a troca de unidade motriz que o fez largar do fim da grelha. Para piorar a situação, a caixa de velocidades cedeu na volta de formação para a corrida. Gasly acabou por nem sequer começar a prova:
“Notámos imediatamente que havia algo de errado com o carro à saída da garagem e suspeitámos de um problema com a caixa de velocidades. Sabíamos que poderia haver um problema no início da corrida e, no final, voltei logo após a volta de formação e tivemos de desistir. Devido à penalização na grelha por ter trocado a unidade motriz, o fim de semana ia estar sempre comprometido do meu lado da garagem. É uma pena não termos podido participar na corrida para, pelo menos, tentar lutar pelas posições. Com o tempo tão instável, poderíamos ter tido algumas oportunidades, mas isso não aconteceu. Vamos continuar a aprender e temos de analisar o que aconteceu exatamente para garantir que não voltamos a ter o mesmo problema. Temos muito que fazer e vamos aproveitar o tempo que nos resta até à Hungria para voltarmos mais fortes.”
Ocon lamenta decisões
Ocon também não conseguiu muito melhor. Depois de uma qualificação falhada, o piloto francês não conseguiu aproximar-se dos pontos, acabando na 16.ª posição:
“O resultado de hoje conclui o que foi um fim de semana difícil para a equipa. Tomámos decisões erradas durante todo o fim de semana, o que significa que não nos demos uma oportunidade de lutar. Sabíamos que o tempo ia estar instável, mas não otimizámos a nossa estratégia com as escolhas de pneus e, consequentemente, ficámos para trás. De modo geral, é um fim de semana para esquecer e para recuperar rapidamente em Budapeste, que é uma corrida e uma pista de que tenho grandes recordações.”











