GP Brasil, Fórmula 1: Seleção de pneus semelhante à de 2018
Em Interlagos, para o GP do Brasil, os pneus disponíveis são o C2 pneu duro, C3 como pneu médio e C4 pneu macio. A Pirelli selecionou a mesma gama de pneus que foi feita para todas as corridas no continente americano este ano.
Com o pneu duro não sendo muito utilizado em 2019, a escolha deste ano deverá permitir uma utilização mais uniforme de todos os compostos e variações potencialmente mais amplas na estratégia.
O Brasil é a corrida final deste ano com um formato de sprint de qualificação levando a uma atribuição de pneus diferente do normal. Em vez de ter 13 conjuntos de pneus para um fim de semana, haverá apenas 12 conjuntos. Estes consistem em dois conjuntos de pneus duros, quatro conjuntos de médios e seis conjuntos de macios. Além disso, as equipas terão à disposição até seis conjuntos de intermédios e três conjuntos de pneus de chuva.
Nos últimos cinco GP do Brasil contam-se nove períodos de safety Car em pista, embora seis dessas 9 vezes tenham sido na corrida de 2016, que também contabilizou duas bandeiras vermelhas. No entanto, períodos de safety car em Interlagos continuam a ser comuns. Desde o Grande Prémio de 2015, e não contabilizando 2016, na corrida de 2017 o SC saiu uma vez e duas vezes em 2019.
Por causa da pandemia, a Fórmula 1 não visitava o Brasil desde 2019. Na última corrida no país, houve 35 ultrapassagens (excluindo a primeira volta e os reinícios do Safety Car), sendo que o DRS é geralmente crucial para fazer uma ultrapassagem, responsável por cerca de 65% das manobras, sendo a reta da meta o local onde mais acontecem as manobras.
Max Verstappen da Red Bull venceu o último GP com uma estratégia de três paragens, na sequência dos dois períodos de SC. Existiram três estratégias diferentes entre os quatro primeiros classificados, com Carlos Sainz, na altura na McLaren, a parar apenas uma vez desde o último lugar na grelha. Sem períodos de safety car, as paragens são menos frequentes em Interlagos e a estratégia de duas paragens deverá ser a estratégia preferida.
Mario Isola, da Pirelli Motorsport, afirma que “este ano voltamos a uma nomeação semelhante à escolha feita em 2018, utilizando o C4 como o pneu macio. Em 2019 decidimos uma seleção mais dura, tentando evitar o granulado e a degradação dos macios, mas como resultado, o pneu duro não foi muito utilizado. Interlagos é uma pista da velha escola que mantém os pilotos e os pneus ocupados e muitas vezes produz algumas corridas dramáticas, como vimos da última vez. O clima é outro fator variável: já vivemos algumas das temperaturas mais quentes da pista da época no passado, e também o contrário. Como resultado, a seleção de pneus mais versátil deste ano deverá ser capaz de fazer face a todas as grandes exigências do Grande Prémio do Brasil e fornecer algumas estratégias diferentes. Embora a corrida tenha lugar por volta da mesma altura do ano que da última vez, as equipas nunca experimentaram a sprint de qualificação em Interlagos, pelo que haverá muito para descobrir”.
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