A Aston Martin entrou mal na nova época de Fórmula 1. A equipa de Silverstone era uma das grandes incógnitas depois dos testes de pré-temporada e no final do primeiro fim de semana percebeu-se que há ainda muito a fazer no AMR22 para que seja um carro competitivo. Existem rumores que uma versão B do carro está em preparação, mas só deverá chegar às pistas na segunda metade da época.
Na opinião do antigo piloto de Fórmula 1, Ralf Schumacher, a Aston Martin foi com “muita sede ao pote”. “A equipa perdeu o rumo”, disse Schumacher no programa da AvD Motor & Sport.” Quiseram conquistar tudo e muito depressa, e isso simplesmente não funciona na Fórmula 1. Não se pode simplesmente pegar em muita gente e muito dinheiro, pô-los num frasco, agitar e sai algo bom”.
Segundo Schumacher, para além do monolugar ser um “desastre”, Lawrence Stroll parece estar no cerne dos problemas da equipa. “Como ouvimos, o carro é um desastre. E ainda por cima, aparentemente o dono da equipa [Lawrence Stroll] está sentado nas reuniões e a dar dizer como as coisas devem ser feitas. Se for esse o caso, torna-se muito, muito complicado”.












O “pessoal” costuma dar muito valor a “ricaços” como se aquela riqueza fosse proveniente da inteligência/conhecimento do próprio… não costuma ser assim… é preciso “dobrar a alma” para se enriquecer facilmente…
Stroll é um “tanso”… entrou pela “porta grande” e vai sair pela “dos fundos”…
Difcilmente se pode fazer qq afirmação para já se o Stroll é um tanso ou não. Fez o que sabe fazer: investir para criar condições para aparecerem os resultados. Parece-me que o fez com algum critério. Talvez tenha metido demais o nariz na gestão diária. É provável que aprenda com isso. Para já, para já, salvou da falência uma equipa de F1 e deu-lhe condições para singrar. Vamos dar tempo ao tempo.
Sim… pus o tanso entre “”… O Stroll não pode ser um tanso no significado directo da palavra… aqui devemos lembrar que ele está metido num ambiente de “alta competição” e que é completamente dependente das áreas técnológicas, ou seja, para se querer liderar uma equipa de F1 como ele está a fazer é preciso ter um pouco de “Ronaldo” e um pouco de “Newey” dentro de si… coisas que não vejo nele… A decisão de copiar o Mercedes é fruto dessa “tansisse”… é não saber o que é uma equipa técnica… essa decisão o que faz é criar um… Ler mais »
O problema é mesmo esse, tempo! este tipo de pessoas estão habituadas a ter tudo e já, esperar faz nervos, e então andar no fundo do pelotão constantemente, isso até lhe levanta os cabelos, e em um ano que quase tudo vai ficar congelado as melhoras não vão ser muitas, duvido que fique muitos anos na F1.
Não deve ser mesmo nada fácil aturar o ego do Stroll durante aquelas reuniões! Coitados…
Se assim for, esta a fazer de tudo para dar ao filho mais do que o seu talento lhe permite alcançar ou seja um título.
Mas não é esse o caminho.
Minha opinião
O Otmar sintetizou tudo depois de sair: “não pode haver dois Papas”.
O Stroll pai nada sabe do ponto de vista técnico. Vai continuar a queimar dinheiro enquanto não perceber isso.
Stroll é sem dúvida o problema, pela sua demasiada intervenção na gestão e direcção da equipa. O homem pode perceber muito de negócios, mas uma equipa de F1 é muito mais que finança, comércio e industria, porque no fundo o objectivo principal continua a ser desportivo, vencer. Stroll tem que passar para segundo plano, ou mesmo desaparecer, como faz Dietrich Mateschitz. A constante presença de Stroll, faz quase lembrar um certo Gunther Schmitt dono da antiga ATS, mas sem chegar ao extremo de partir uma asa nova só porque não gostava dela. A Aston Martin devia impor-se mais, porque no… Ler mais »
Não me surpreende, entrou o Lawrence Stroll, claramente para mandar e não apenas para investir e deixar as pessoas fazerem cada uma a sua função. Tudo por causa do filho ser um dos pilotos. Em qualquer empresa quando o patrão mete o nariz em tudo pensando que é um génio do “biznezz” e que ele é que vai por tudo na ordem, o normal é o pessoal começar a sentir-se menor, porque não vê o patrão a confiar eles fazerem o seu trabalho em paz. A “boca” de Otmar Szafnauer diz muito – “Não podem haver dois Papas no Vaticano”.… Ler mais »