Fórmula 1: Alpine recusa ideia de problemas na unidade motriz
A prestação discreta da Alpine no teste de Barcelona, afastada do topo da tabela de tempos e um princípio de incêndio depois de um problema no sistema hidráulico do A522 que obrigou a equipa a terminar o terceiro dia de trabalhos mais cedo, levantou algumas dúvidas sobre a unidade motriz dos franceses, que foi revista e apresenta uma nova arquitetura para beneficiar o monolugar em termos aerodinâmicos.
Como avançado ontem, surgem alguns rumores sobre alguns problemas no novo monolugar da Alpine, mas Alan Permane, diretor técnico da equipa explicou que “ainda não falámos sobre a unidade motriz e isso é ótimo. É tão diferente. É completamente diferente de qualquer coisa que a Viry já produziu antes”. O responsável da Alpine adiantou ainda que o motor “nem sequer tem sido um ponto de discussão, o que é ótimo. Penso que é muito difícil falar de potência em comparação com o ano passado, devido às diferenças de combustível e às grandes diferenças de potência, mas certamente que os pilotos não se queixaram de todo. Estamos muito contentes com isso”.
A grande questão sobre as unidades motrizes em 2022 é o uso do novo combustível E10, que fez com que se perdesse alguma da potência do passado recente. Segundo a maioria dos cálculos, todos os motores da Fórmula 1 perderam cerca de 20cv de potência. Alpine e Ferrari, deram como certo a recuperação dessa potência depois de algumas alterações efetuadas, no entanto Yasuaki Asagi, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da unidade motriz da Honda, disse ainda em janeiro ter algumas dúvidas que isso tenha acontecido, já que o desafio de trabalhar com o novo combustível foi maior do que os adversários afirmaram. “Parece que os outros fabricantes dizem que é mais ou menos o mesmo. Pelo contrário, fazer tal anúncio significa que é difícil obter a mesma potência que no ano passado”.
Vamos ver durante as primeiras corridas quem tem razão e quem conseguiu realmente fazer melhor trabalho com as unidades motrizes e o combustível E10, recordando que os motores serão “congelados” até ao final da época de 2025.
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