Segundo foi dado a conhecer pelo Formula Money, os valores de patrocínios conseguidos pelas equipas de F1 caiu 25% nos últimos cinco anos. Sendo certo que parte da queda se explica com a diminuição do número de equipas, não foi esta a razão principal para o facto e isso é que é preocupante.
Sendo a F1 o pináculo do desporto motorizado, é difícil entender, mas parte da explicação reside no facto de existir uma espécie de transição entre o que era a forma de patrocinar num passado recente, e as portas que a nova era digital está abrir.
As empresas, grandes e pequenas patrocinadoras, sabem que hoje em dia colocar o nome de uma marca ou um produto num flanco ou numa asa de um F1 pode não trazer tanto retorno quanto outros investimentos bem menos onerosos nas redes sociais, e que provavelmente devolvem retornos mais elevados, e o que não é fácil de entender é que se os chefes de equipas de Fórmula 1 admitem que a competição das redes sociais está a tornar-se muito forte, porque é que não as utilizam melhor?
Explicando. Uma empresa prefere publicitar no Facebook, Youtube, WhatsApp, Instagram, etc, do que na F1, mas os seus responsáveis parecem não ter percebido o potencial que a F1 tem precisamente em termos de redes sociais. E o que temos? Se reduzirmos os exemplos à F1, e sendo verdade que a este nível se trabalha bem melhor que na era Ecclestone, a verdade é que se os patrocinadores preferem as redes sociais porque é que a F1 não se abre muito mais a essas redes socais? É muito pouco o que a F1 e as equipas fazem…










