A Ferrari correu no México sem a possibilidade de sequer chegar perto da potência máxima do seu motor. Valha a verdade, nenhuma das equipas o poderia conseguir, as leis da física não o permitiriam tendo em conta a altitude a que se situação a pista mexicana, 2.200 metros, mas os homens da Scuderia, pelos vistos, sofreram mais do que os restantes, com a óbvia exceção dos Alfa Romeo C42/Ferrar e Haas VF-22/Ferrari.
Mattia Binotto, chefe da equipa Ferrari, admitiu que a sua equipa não foi capaz de ‘abrir as goelas’, leia-se usar a potência máxima do seu motor e essa terá sido a principal razão pela qual a corrida lhes correu tão mal. Por vezes, quando a aerodinâmica ‘está fraca’, o motor, de certo modo, pode compensar, mas quando ‘não há, nem uma coisa nem outra, as coisas têm tudo para correr mal: foi o que aconteceu. No Brasil, dentro de duas semanas, tudo voltará ao normal. Pelo menos me teoria…











Ele também disse que a diferença é que a MB continua a trazer actualizações ( caso do Texas), ao passo que a Ferrari, também devido ao Cost Cap, parou e concentra-se actualmente no projecto de 2023.
Isto interessa também para analisar a questão? Fonte: Conf. de Imprensa após o fim da corrida.
Todos os anos o Binotto concentra-se no carro do ano que ainda não chegou… e acaba por não chegar a lado nenhum…
Para o ano é que vai ser…
Em corrida a Alfa Romeo também foi penalizada com o handicap do motor Ferrari, a excepção foi a excelente qualificação do Bottas, no arranque da prova não se traduziu em qq vantagem….no que respeita a Haas o mundial de 2022 já terminou!!!