As dificuldades que as equipas de F1 estão a enfrentar colocam em causa o futuro de muitas estruturas, mas a Liberty está a fazer tudo o que pode para garantir que todos sobrevivam.
A companhia transferiu 1.4 mil milhões de dólares de outra empresa do império da Liberty para garantir o pagamento dos prémios na totalidade, apesar da época não estar garantida.
No mês passado, a Liberty transferiu a participação de 33% da F1 na Live Nation para outra parte da empresa, resultando em 1,4 mil milhões em dinheiro, segundo o CEO Greg Maffei, aumentando a “liquidez de caixa, que pode ser usada na F1 em caso de atraso contínuo da temporada, incluindo a preservação da saúde do ecossistema “.
A medida também eliminou ” 1,3 mil milhões em dívida” atribuída ao grupo F1 e deixa dinheiro suficiente “para investimentos e aquisições”.
“Queremos garantir que as equipas sejam solventes porque fazem parte do que precisamos para competir com sucesso em 2020, 2021 e além”, enfatizou.
Já Zak Brown confirmou que a Liberty está a fazer os pagamentos na totalidade:
“A Liberty está a pagar contra a previsão deles”, disse Brown ao Guardian. “Eles têm pago a 100%.”
O responsável da McLaren concordou com a medida tomada pelos donos da F1 mas refere que as equipas terão dificuldades em encontrar patrocinadores. No entanto o regresso à competição poderá trazer uma onda mais positiva e permitir que as equipas encontrem novos caminhos para ultrapassar esta crise.
A Liberty tem feito os possíveis para ter o máximo de provas este ano além de estar a dar as melhores condições possíveis às equipas sem esquecer o futuro que está a ser planeado de forma a que pequenos e grandes possam ter operações sustentáveis. Um trabalho que, apesar de alguns erros, merece ser louvado.










