F1, Enrico Gualtieri (Ferrari): “Não é uma tarefa fácil para ninguém” fabricar de raiz um motor
Em 2026, a Audi fará a sua entrada oficial na Fórmula 1, fabricando a sua própria unidade motriz que equipará os monolugares que serão produzidos em Hinwil pela parceira Sauber, estando também presente no capital social da estrutura suíça com uma posição maioritária. É um projeto complexo para qualquer fabricante, especialmente os novos que começam do zero, salientou o responsável pelo departamento de motores da Ferrari, Enrico Gualtieri
A Audi vai começar do zero, uma vez que não participou no ciclo regulamentar atual, enfrentando vários desafios. Como fez Eddie Jordan recentemente, deixando um aviso à Audi e à Sauber para o seu projeto na Fórmula 1, lembrando que outras marcas já tentaram vencer na competição mundial e não o conseguiram, podendo servir de exemplo para o que os alemães vão enfrentar, também Enrico Gualtieri destacou a complexidade desses novos projetos, especialmente para construtores que essencialmente começam do zero.
“Obviamente, não estou envolvido, mas, no geral, penso que o nível de complexidade deste produto é definitivamente elevado”, começou por dizer o responsável da Ferrari. “E é verdade que preparar um projeto totalmente novo não é uma tarefa fácil para ninguém, por isso vale a pena respeitar o trabalho que estão [Audi] a fazer, porque é preciso aprender e criar algo que não está apenas relacionado com o design, não está apenas relacionado com competências ou capacidades do ponto de vista da engenharia, mas também em termos de logística e infraestruturas. Por isso, certamente, estão também a enfrentar um enorme e importante desafio”.
O novo regulamento relativo às unidades motrizes prevê a introdução de mecanismos que permitam a convergência de desempenho das unidades motrizes no caso dos níveis de competitividade serem díspares. Isso foi algo que foi discutido em relação à posição atual do motor Renault que equipa os Alpine, mas que não aconteceu nesse caso em específico. No entanto, os pormenores do funcionamento deste sistema ainda não estão concluídos e será necessário trabalhar nos próximos meses para encontrar um compromisso que seja satisfatório para todas as partes envolvidas, parecendo ser muito completo de encontrar um ponto de equilíbrio entre todos. O homem da Ferrari confirmou que isso foi “acordado em termos de regulamentos”, mas acrescenta que “ainda não tivemos a oportunidade de explorar com a FIA e os outros fabricantes de unidades motrizes”, dando conta que essa discussão acontecerá nos próximos meses.
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