A questão do porpoising é o assunto do momento, com pilotos e equipas a começarem a pedir medidas para que não se coloque em risco a saúde dos pilotos. Se uns dizem que é um problema sério, outros consideram que se está a exagerar. Daniel Ricciardo fez questão de sair em defesa de Lewis Hamilton, que pareceu muito afetado no final da corrida, dizendo que o britânico não estava a exagerar:
“Falou-se do Lewis após a corrida. Eu vi algumas das imagens onboard, vi fotografias dele a sair do carro e a esticar as costas, e ele não estava a exagerar. É realmente desconfortável. O bom é que é muito visível. Se tiver o áudio do carro, pode ouvi-lo saltar e a partir das imagens, pode ver que o capacete também se está a mover. Não é normal nem confortável. A posição em que nos sentamos no carro, não temos muito espaço para nos movermos, pelo que não estamos preparados para os impactos. Se isso depender de uma mudança de regra, ou da forma como as equipas estão a afinar os carros, não tenho 100% de certeza – mas não gostaria que ninguém passasse por qualquer ferimento ou dor desnecessários. Falámos sobre isto durante toda a época, mas como foi tão visível em Baku tenho a certeza que será discutido no briefing dos pilotos na sexta-feira”.
Quanto à situação de Hamilton na equipa, Ricciardo usou o mesmo tom:
“Penso definitivamente que Lewis é tão capaz como sempre. Todos nós sabíamos que George era rápido. Quão rápido é ele? Até que ponto ele é bom? E ele está a provar que é muito bom. Mas também não descartaria Lewis de ter a capacidade de vencer este fim-de-semana, por exemplo. Acho que ele não perdeu nada, de forma alguma”.












