A Fórmula 1 está a tentar perceber o seu futuro e o CEO, Stefano Domenicali, está em conversações com novos construtores para tentar entender os benefícios do desporto, perante uma indústria automóvel a mudar.
Nos últimos anos na Fórmula 1, a Honda entrou em 2015, mas no final deste ano já está de saída. Em 2016, a Renault redobrou os seus esforços e passou a ter uma equipa de fábrica, para além de fornecer motores, enquanto a Haas também chegou em 2016. Em 2021, o nome Aston Martin chega à grelha.
Em entrevista à Sky Sports F1, Stefano Domenicali disse que “um dos maiores desafios da indústria automóvel é sentirem-se jovens. Existe uma espécie de lute entre os da velha guarda e os novos. Mas, acho que os da velha guarda podem usar esta plataforma para mostrar uma nova imagem no futuro. O que posso dizer agora é que estamos em conversações com novos fabricantes”.
“Por enquanto, eles preferem manter-se em silêncio, mas existem companhias que querem perceber o que podem ganhar ao utilizar a plataforma da Fórmula 1. Não só em termos de tecnologia, mas também em termos de valor para a indústria automóvel”, afirmou o antigo CEO da Lamborghini.











