Charles Leclerc e o seu treinador Andrea Ferrari visitaram Nova Iorque antes de rumarem ao estado do Texas, para a corrida em Austin deste fim de semana. No entanto, esta paragem não foi preparada. O piloto explicou ontem, na conferência de imprensa de antevisão do GP, que tudo se deveu a problemas no embarque do voo original que o levaria para Austin.
Para entrar nos EUA atualmente é necessário um documento chamado “National Interest Exception” (NIE), que abre uma exceção à limitação de viagens para o território. Leclerc e Ferrari, embora na posse de tal documento na hora de embarcar para o país, o NIE não foi aceite no aeroporto e não viajaram no voo que estava agendado, tendo por isso que esperar e embarcar mais tarde, num voo que os levou a Nova Iorque.
“Foi muito fixe, não foi realmente planeado”, disse Leclerc sobre o assunto. “O meu NIE não tinha sido aceite no aeroporto, por isso não pude apanhar o voo original, por isso mudámos o voo e fomos para Nova Iorque no último minuto. Consegui passar um dia em Nova Iorque, que foi a minha primeira vez, o que foi incrível, que cidade. Gostei muito, muito mesmo. E depois fui a Milwaukee para a primeira partida da temporada na NBA, o que também foi uma loucura com a cerimónia dos anéis. Apenas uma experiência incrível, e aqui estou eu em Austin, pronto para entrar no carro amanhã. Foi apenas um tipo no aeroporto de Nice que por alguma razão não sabia realmente o que era um NIE, e fiquei lá preso. Ele só percebeu um minuto antes de encerrar o voo que o NIE estava bem, mas eu não tinha o meu formulário de localização de passageiros, por isso tive de ficar em Nice, mas de qualquer modo, não é nada de mais. Com os mesmos documentos pude apanhar um avião para Nova Iorque, o que me ajudou a visitar esta cidade pela primeira vez”.
Tudo não passou de um mal entendido, que levou o piloto a viajar e visitar os EUA antes da corrida no Circuito das Américas.











