Nos LMGTE Pro, teremos oito carros, seis de equipas de fábrica (a AF Corse pode ser assim considerada) e duas equipas privadas em representação de três marcas (Ferrari, Porsche e Chevrolet). Aqui também teremos representação lusa, com Álvaro Parente a regressar às pistas, um regresso que se saúda, ainda para mais numa prova onde já não competia desde 2017.
Já assistimos a batalhas memoráveis em LMGTE Pro, com grelhas que, apesar de nunca serem muito numerosas, sempre tiveram uma qualidade tremenda. Com o declínio da classe GTE, que deverá desaparecer em breve com a entrada dos LMDh e a aposta em GT3, assistimos aos últimos capítulos de uma era que entusiasmou e nos deu grandes corridas. Para este ano teremos 8 carros, dois Porsche da equipa oficial, dois Corvette também oficiais. dois Ferrari da AF Corse (praticamente oficiais) e duas equipas privadas, com dois Porsches da Weathertech Racing (EUA) e da Hub Auto (Taiwan) equipa onde se integrará Álvaro Parente para a sua terceira participação na prova com a companhia de Dries Vanthoor ( vencedor em LMGTE AM em 2017) e Maxime Martin (vencedor em LMGTE Pro em 2020). Espera-se que a luta pela vitória aconteça entre a Ferrari e Porsche, que têm proporcionado batalhas muito equilibradas no WEC, sem esquecer a Chevrolet que traz o seu Corvette C8.R pela primeira vez a Le Mans, com a Pandemia a atrasar a estreia da máquina americana em solo francês. O primeiro teste em solo europeu, este ano, do C8.R foi em Spa e a distância para os Porsche e Ferrari foi ainda considerável e a experiência das duas equipa habituais no WEC conta muito nesta prova, apesar da experiência dos americanos no IMSA, onde têm conseguido ter sucesso em corridas de longa duração. Uma novidade de última hora foi a troca de Davide Rigon que, devido às lesões sofridas no acidente que sofreu nas 24h de Spa, terá de ceder o seu lugar a Sam Bird que regressa assim a um palco que bem conhece.










