A temporada 8 do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E marcou o fim da segunda geração de monolugares e foi ainda a última época da Mercedes na competição. Tendo conquistado os dois títulos, de pilotos e construtores, na temporada passada, os germânicos queriam finalizar este capítulo com chave de ouro.
Stoffel Vandoorne sagrou-se Campeão do Mundo de Fórmula E em Seul, depois de terminar no segundo posto da última corrida do ano – Edoardo Mortara venceu a prova que António Félix da Costa saiu da pole position – tendo evitado problemas de maior, sucedendo-se ao seu companheiro de equipa na Mercedes, Nyck de Vries. O belga da Mercedes foi um dos mais regulares, um fator primordial para conseguir o título nesta competição. Vandoorne acabou por ser um justo campeão, tal como seria Mitch Evans que fez uma grande época e terminou como vice-campeão.
António Félix da Costa acabou a sua última época pela DS na décima posição do campeonato com uma vitória em Nova Iorque, duas poles positions, tendo sido uma delas em Marraquexe onde conseguiu subir ao pódio no segundo posto. Foi um ano que começou menos bem para o piloto português e para o monolugar da equipa, mas que foi melhorando durante a segunda metade da época. O piloto luso, que festejou um título noutro Campeonato do Mundo FIA, deixou a DS no final da época, começando um novo trajeto no mundial de monolugares totalmente elétricos com a Porsche, no ano de estreia da Gen3, a terceira geração de carros da Fórmula E e que prometem ser mais rápidos e competitivos.










