No segundo ano dos DPi no IMSA, foram novamente os Cadillac a ditar a lei. As máquinas americanas apresentaram um motor novo, que teve de ser gradualmente castrado para que os restantes tivessem hipóteses de chegarem aos primeiros lugares.
Filipe Albuquerque e João Barbosa começaram o ano da melhor forma e foram a dupla mais forte na primeira metade da época.
Mas uma segunda metade recheada de azares e contratempos, abriu uma janela de oportunidade aos colegas de equipa, Felipe Nasr e Eric Curran, vencedores também da Taça Norte Americana de Endurance (que engloba as provas mais longas do calendário). A Action Express esteve muito forte durante todo o ano e foi graças à qualidade da estrutura que Nasr e Curran saíram vencedores com uma vitória e quatro pódios. Para a Cadillac foi mais um ano em cheio com quatro vitórias e três pódios, a que se juntam mais sete vitórias e três pódios em 2017.
Desde a entrada em cena dos DPi que a Cadillac tem dominado por completo, embora em 2018 se tenha visto uma concorrência mais forte, que irá certamente ficar mais forte ainda em 2019. Nasr conseguiu ser campeão no seu ano de estreia no campeonato, ele que se iniciou há pouco tempo no Endurance e Curran conquistou o seu segundo título
no IMSA, sempre com a Action Express. Nos GTLM foi Jan Magnussen e António Garcia a vencerem com o Corvette, apesar de não terem vencido uma corrida.
Em GTD foi Madison Snow e Bryan Sellers com o Lamborghini da Paul Miller Racing a festejarem, com destaque para as grandes prestações de Álvaro Parente nas provas em que participou.













