A competição de GT criada em 2006 e que já viu em 2015 uma dupla nacional festejar o campeonato (Miguel Ramos e Álvaro Parente), teve este ano Mikkel Mak como grande vencedor. O piloto dinamarquês esteve ao volante de um Ferrari da Luzich Racing, uma equipa recém-criada e que começou da melhor forma, com o seu piloto a vencer numa competição muito disputada. Mak ficou com a dupla da BMW, Andrés Saravia e Fran Rueda, por perto, mas o homem do Ferrari, com a ajuda de Alessandro Pier Guidi, levou a melhor. Na competição por equipas foi a Imperiale (Lamborghini) a ficar com os louros.
Lourenço Beirão da Veiga teve uma época longe do que desejaria, mas o seu BMW M6 parece manter a capacidade para lutar por outros voos, caso o piloto e a equipa Team Costa Campos queiram manter a aposta atual. Na categoria Pro Am foi Tom Onslow-Cole e Valentin Pierburg (SPS Automotive Performance – Mercedes) a ficarem na frente do nosso Miguel Ramos, que lutou até ao fim pelo título na sua categoria. Nos Am foram Andrzej Lewandowski e Giulio Borlenghi (Vincenzo Sospiri Racing – Lamborghini) a vencerem. Parece que as máquinas italianas se dão melhor com os ares do GT Open, com Ferrari e Lamborghini a mostrarem competitividade e a serem as ferramentas ideias para os pilotos conquistarem os seus objetivos. Venha 2019!













