F1: O regresso da esperança na Ferrari | AutoSport
AutoSport
  • F1
  • VELOCIDADE
  • RALIS
  • TT
  • +MOTORES
  • KARTING
  • Histórico
  • Login
  • Register
No Result
View All Result
  • Clube Autosport
  • Auto+
  • Urbana
  • Hoteis de Campo
  • Properties
  • E-AUTO
  • Assinaturas
AutoSport
  • F1
  • VELOCIDADE
  • RALIS
  • TT
  • +MOTORES
  • KARTING
  • Histórico
  • Login
  • Register
No Result
View All Result
AutoSport

F1: O regresso da esperança na Ferrari

Fábio Mendes by Fábio Mendes
18 Agosto, 2026
in FÓRMULA 1
A A
GP Grã-Bretanha, F1: Lewis Hamilton foi o mais rápido no TL1

Share on FacebookShare on Twitter

A Ferrari procura títulos desde 2008 sem sucesso e quando se aproxima das duas décadas sem festejar, surge uma nova esperança. Depois de terminar 2025 apenas em quarto lugar do Mundial de Construtores, depois de ter contratado Lewis Hamilton, a equipa apostou de forma decidida nos novos regulamentos e a esperança de que o jejum termine aumentam… de forma ponderada.

Na época anterior, Fred Vasseur e a estrutura italiana tomaram a decisão de parar prematuramente o desenvolvimento do carro de 2025 para concentrar todos os recursos técnicos no projeto de 2026, uma decisão que já deu frutos. A Ferrari chegou aos testes de pré-temporada com um dos melhores chassis da grelha, senão o melhor, segundo análises do próprio paddock e com uma unidade motriz que ainda não está ao nível da referência, mas que já permitiu vencer por duas vezes.

Um carro inovador que inspirou cópias

Como já visto noutras temporadas, os testes de inverno foram positivos para a Scuderia. A equipa terminou como melhor tempo nos testes do Bahrein e apresentou argumentos de peso, desde a fiabilidade, à qualidade do chassi. A Scuderia surpreendeu com soluções técnicas arrojadas que rapidamente se tornaram referência para os rivais — da polémica asa traseira “macarena” a aleta de escape, ambas geraram alguma perplexidade inicial no paddock antes de inspirarem imitações elogiosas de outras equipas. Quando é dada liberdade aos engenheiros da Ferrari, longe da pressão, normalmente surgem soluções técnicas interessantes.

Artigos relacionados

F1: Responsáveis de Zandvoort negam estragos na pista

F1, GP dos Países Baixos: Informação, estatística e horários

18 Agosto, 2026

F1: Williams confirma renovação de Alex Albon

18 Agosto, 2026

O ano começou com três pódios consecutivos: Charles Leclerc começou o ano com um terceiro lugar, o mesmo que Hamilton conquistou na segunda ronda, sempre atrás do duo da Mercedes. Mas Russell entrou na sua fase azarada na terceira jornada e a Ferrari viu outras equipas como companhia, como a McLaren. Foi preciso chegar a Miami para ver a Ferrari fora do top 3, um acontecimento pontual, com o regresso aos pódios, até a chegada do GP de Barcelona que deu a primeira vitória de Lewis Hamilton com as cores da Ferrari. A jornada seguinte (Áustria) deu novamente um pódio sem a Scuderia, compensado agora com o segundo triunfo do ano, assinado por Charles Leclerc na Grã-Bretanha. Leclerc voltou ao pódio em Spa e na Hungria, não vimos nenhum Ferrari no top 3.

A Ferrari tem sido regularmente a segunda melhor do pelotão, com um chassis de qualidade ao qual falta uma unidade motriz um pouco mais generosa na entrega de potência. No entanto, a fiabilidade tem sido outro dos trunfos da equipa: o único abandono por problema mecânico em toda a primeira metade da temporada foi uma falha na direção assistida de Leclerc em Barcelona. Resolvendo a falta de potência, a Ferrari certamente ganha mais ímpeto na luta pelo título.

Dividida em duas fases

Fred Vasseur resumiu bem a narrativa da temporada: “A primeira parte da temporada foi dividida em duas fases. A primeira foi até a Espanha, quando a Mercedes estava a voar, tendo somado algo como cem pontos a mais do que nós em quatro ou cinco jornadas. E, depois da Espanha, somamos mais pontos do que a Mercedes nessas quatro ou cinco corridas”.

A equipa termina a pausa de verão em segundo lugar do Mundial de Construtores, com 307 pontos, a 72 da líder Mercedes, uma diferença significativa, mas que não esmorece a esperança aos tifosi. Vasseur admitiu, contudo, que o ritmo de desenvolvimento será o fator decisivo na segunda metade: “O mais importante será conseguir manter o ritmo no desenvolvimento. […] Temos uma abordagem diferente, tentando trazer peças a cada corrida. E precisamos de manter esse ímpeto, porque ainda faltam 12 corridas”. Numa temporada em que há muitas novidades, quem conseguir entregar mais melhorias que realmente funcionem, pode ter sucesso no final.

O maior senão da temporada tem sido a execução em fins de semana de corrida, com a Ferrari a tomar decisões erradas em algumas provas, uma tendência que vêm de já há várias temporadas e que se mantém.

Hamilton reencontrou-se, Leclerc com altos e baixos

Lewis Hamilton vive a sua melhor temporada desde 2021. Depois de um início morno na sua segunda temporada em Maranello — um pódio na China seguido de dois sextos lugares consecutivos — o britânico “ligou o interruptor” no Canadá, confirmou a evolução em Mónaco e culminou com a vitória em Barcelona, a sua primeira pela Ferrari, tornando-se o vencedor mais velho da Fórmula 1 desde 1970, aos 41 anos. Hamilton creditou parte dessa transformação à relação construída com o seu engenheiro de pista, Carlo Santi, que apelidou de “o meu Bono italiano”, numa referência à ligação de longa data que tinha com Pete Bonnington na Mercedes. O próprio piloto resumiu a mudança em Mónaco: “Muitas peças se moveram, consegui mover muitas coisas no tabuleiro de xadrez, e reposicionar-me, penso eu, dentro da equipa”. Hamilton é atualmente vice-líder do Mundial de Pilotos, atrás de Kimi Antonelli, com uma desvantagem de 50 pontos.

Charles Leclerc tem tido uma temporada mais irregular. Começou forte, enquanto a Mercedes dominava, antes de um erro na última volta em Miami desencadear uma sequência complicada e um período de desconforto evidente com o SF-26 com queixas públicas. Ajustes feitos durante o fim de semana de Silverstone reergueram as suas perspetivas, culminando numa vitória que lhe escapava há quase dois anos, seguida de outra boa exibição na Bélgica. Leclerc explicou a montanha-russa da sua temporada: “Comecei a temporada muito à vontade com o carro e muito forte. Depois tive Mónaco e Montreal, onde sofri bastante, e depois voltou um pouco. Não é tão simples com estes carros, há tantas variáveis, que entender as implicações completas quando estás um pouco fora do ponto é mais difícil do que parece”.

Para muitos a melhor dupla da F1, Hamilton e Leclerc têm contribuído de forma segura e regular para o sucesso da equipa. O SF-26 não terá ainda os argumentos para se bater com o W17 da Mercedes, mas os pilotos têm feito a sua parte. Este ano, com a novidade que é Leclerc a revelar mais dificuldades enquanto Hamilton está agora muito mais confortável com um carro que se adequa mais ao seu estilo. Se a Ferrari conseguir aproximar-se da performance da Mercedes, pode finalmente ver as vantagens de ter uma dupla deste calibre ao seu dispor.

Notas

  • Ferrari – Nota 8
  • Lewis Hamilton – Nota 8
  • Charles Leclerc – Nota 7

Fotos: MPSA e Ferrari

Tags: F1FerrariFormula 1
Fábio Mendes

Fábio Mendes

Em 2013 criei um blog com um grupo de amigos, que me abriu as portas para o fantástico mundo do motorsport e do AutoSport, onde escrevo desde 2017.

Artigos relacionados

F1: Responsáveis de Zandvoort negam estragos na pista
Destaque Homepage

F1, GP dos Países Baixos: Informação, estatística e horários

by Fábio Mendes
18 Agosto, 2026
Destaque Homepage

F1: Williams confirma renovação de Alex Albon

by Fábio Mendes
18 Agosto, 2026
Please login to join discussion
  • Últimas
  • Tendências
  • Comentários
Nissan na Fórmula E: o peso do simulador

Nissan na Fórmula E: o peso do simulador

18 Agosto, 2026
F1: Responsáveis de Zandvoort negam estragos na pista

F1, GP dos Países Baixos: Informação, estatística e horários

18 Agosto, 2026
Primeiro Honda Prelude em Portugal

Primeiro Honda Prelude em Portugal

18 Agosto, 2026

F1: Williams confirma renovação de Alex Albon

18 Agosto, 2026
Pierre Gasly vence GP de Itália de Fórmula 1

Pierre Gasly vence GP de Itália de Fórmula 1

164
GP Rússia F1: ‘Swing’ da Mercedes coloca Hamilton mais perto do penta

GP Rússia F1: ‘Swing’ da Mercedes coloca Hamilton mais perto do penta

157

GP da Bélgica F1: Hamilton vence e fica a duas de Schumacher

153
GP Azerbaijão F1: Segunda vitória de Valtteri Bottas

GP Azerbaijão F1: Segunda vitória de Valtteri Bottas

147

Sobre

Especialistas em automóveis, automobilismo e demais desportos motorizados há 48 anos.

Informação importante

Ficha técnica
Estatuto editorial
Política de privacidade
Termos e condições
Informação Legal
Como anunciar

Tags

António Félix da Costa Armindo Araújo Carlos Sainz Charles Leclerc Dakar Daniel Ricciardo F1 Fernando Alonso Ferrari FIA Fórmula 1 Fórmula E Lando Norris Lewis Hamilton Max Verstappen Mercedes Rali de Portugal Red Bull Sebastian Vettel Sébastien Loeb Sébastien Ogier WEC WRC

Grupo AutoSport

AutoSport
AutoMais
Clube Autosport

  • Purchase Now
  • Features
  • Demo
  • Support

© 2025 Autosport copyright

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo

Forgotten Password? Sign Up

Create New Account!

Fill the forms below to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Login
  • Sign Up
  • CLUBE AUTOSPORT
  • F1
  • VELOCIDADE
  • RALIS
  • TT
  • +MOTORES
  • KARTING
  • HISTÓRICO
  • AUTO+
  • ASSINATURAS

© 2025 Autosport copyright