783 voltas dadas ao traçado de Daytona. Apenas 10 sem estar na liderança. É um registo impressionante marca a 200ª vitória da equipa Chip Ganassi, numa prova em que os GTLM bateram também o recorde de distância percorrida.
A Ford mostrou que estava forte e confirmou-o na corrida e sem bandeiras amarelas para baralhar as contas o domínio foi-se acentuando a cada hora que passava. Foi uma exibição quase metronómica aquela a que pudemos assistir por parte dos carros #66 e #67, “voando” em formação na quase totalidade da corrida.
103 vitórias na Indycar series, 56 nos sportscar, 39 nos Stock Cars e 2 no ralicross. Um registo impressionante que promete continuar a crescer dada a performance evidenciada pelos Ford GT neste inicio de ano.
A volta mais rápida dos GTLM por acaso nem pertence à Ford mas sim à Ferrari (1:44.008), mas o ritmo constante e a forma perfeita como evitaram os problemas na corrida foi o caminho ideal para vencer uma corrida que teve pouquíssimas interrupções. Os homens dos Corvette, que tentaram de todas as formas abalar os lideres, a poucas horas do fim resignavam-se e assumiam a postura de espetadores atentos na esperança que algum problema afetasse as duas máquinas que insistiam em afastar-se da concorrência.
Tal não aconteceu e para a história fica a brilhante vitória do #67 pilotado por Briscoe, Westbrook e Dixon, que beneficiaram de uma estratégia mais apurada em relação aos colegas de equipa, que levaram no ano passado o tão desejado Rolex para casa.











