Após anunciar que irá disputar o Campeonato de TT Sul-Africano em 2015, Rómulo Branco apontou as diferenças entre esta e o Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno.
Apesar de ambas as competições contabilizarem o mesmo número de provas, seis, em Portugal os eventos têm cerca de 350 a 400 km de extensão, exceção feita à Baja Portalegre, que se estende sensivelmente aos 500 km.
Já na África do Sul, as provas têm outros contornos. Cinco delas têm entre 500 a 700 km por fim de semana, com o evento que tem lugar no Botswana a ascender aos 1000 km.
Num comparativo o piloto explica que as competições são “totalmente diferentes. Na África do Sul corremos em linha e, por exemplo, temos um prólogo de 100 km, se terminamos a três segundos do concorrente da frente, e com dez segundos de vantagem sobre o piloto atrás de nós, no dia seguinte partimos com essa diferença de tempos, ao invés de dois em dois minutos como no campeonato português”.
Por outro lado, no “Campeonato de TT Sul-Africano não existe a categoria T2. Os T1 dividem-se em duas classes, mediante a motorização, V8 ou V6 e não há carros a diesel, são todos a gasolina, o que torna as coisas mais equilibradas, deixando de existir aquele handicap de diferenças entre os carros a gasolina e diesel”.
Nesta mudança, Rómulo Branco explica que “tinha também curiosidade em experimentar o Campeonato de TT Sul-Africano, estamos a falar de um campeonato em que correm 80 carros num fim de semana, é o campeonato mais competitivo que existe e é capaz de ser algo engraçado”.










