Thierry Neuville foi o melhor piloto da Hyundai na época passada, e este ano tem tudo para voltar a lutar pelas primeiras posições. Falámos com ele sobre dois temas: como é guiar estes novos carros e com se utiliza a parte híbrida. Quantos aos novos Rally1: “Certamente que são mais difíceis de guiar. Estão numa fase muito prematura de desenvolvimento há ainda muitos cenários que ainda não pudemos testar, relativamente ao equilíbrio dos carros, saltos, por exemplo, temos mais potência mas é inconsistente porque nunca sabemos quando temos regeneração para ter ‘boost’, mas penso que nos vamos adaptar rapidamente”, disse. Quanto à utilização da parte híbrida: “é complexa, e não se consegue explicar facilmente. Temos três mapas, todos diferentes, que podemos escolher antes do início de cada troço. Tem a ver com a estratégia, onde e quando aplicamos o ‘boost’. Esses mapas são iguais para todo o ano. O mapa que escolhermos podemos desligar durante um troço mas não alterar e podemos voltar a ligar, demora um minuto a ficar disponível. Basicamente temos mais potência em aceleração se tivermos feito uma regeneração válida. É um sistema automático, não podemos escolher antecipadamente zonas dos troços onde ativar o ‘boost’ porque podemos não o ter disponível ali. Sabemos quando vai existir regeneração e depois disso decidir onde usar. Cabe-nos a nós pilotos encontrar o equilíbrio e perceber onde faz sentido usar o ‘boost’.












