Oliver Ciesla, Promotor do WRC, alerta para o facto de não ser possível planear os orçamentos e o calendário com os dados atuais. Por outro lado, ainda tem esperança que Rali Safari se realize.
Oliver Ciesla, Promotor do WRC, revelou em declarações à revista Auto, da FIA, que ainda tem esperança que o WRC possa recomeçar no Quénia, com o Rally Safari, em meados de julho, um evento que o líder do ‘WRC Promoter’ ainda tem esperança que aconteça: “O regresso do icónico Rally Safari no Quénia é um dos destaques do calendário da WRC deste ano. Estamos em contactos regulares com as autoridades nacionais do Quénia para compreender a evolução da pandemia e continuamos a procurar obter as informações mais exatas disponíveis para, em conjunto com as equipas e com a FIA, tomar as decisões adequadas. Mas há incerteza sobre quanto tempo a crise vai durar” começou por dizer Ciesla que também está preocupado com os orçamentos: “Organizadores de ralis, equipas, fornecedores e toda a nossa operação mediática não tem neste momento uma rede de segurança para o planeamento necessário que torne viáveis orçamentos sobre os quais podemos planear os recursos para os próximos meses. Considerando o tempo que já perdemos, esta interrupção em 2020 poderá também influenciar as decisões de investimento que têm de ser tomadas para o próximo ano. Se, no segundo semestre, puderem ser novamente organizados grandes eventos como os ralis, espera-se assistir a uma forte concentração de todos os tipos de eventos desportivos e culturais, com os seus programas de televisão em direto competir uns contra os outros, nos poucos fins-de-semana disponíveis e nesse contexto os locais dos eventos e o tempo de antena da televisão poderão tornar-se escassos”, alertou Ciesla, para uma questão que também de ser ponderada: Não tentar recuperar tudo, mas sim ser ponderado entre o custo e o benefício.










