Andrea, 1-2 depois de algumas provas de partir o coração esta época. O que significa este resultado para a equipa?
“É importante para todos. Para a equipa, é importante e também para as pessoas em casa. Os últimos eventos têm sido complicados para nós. Quando coisas como essas acontecem, o pior que pode acontecer é que as pessoas fiquem assustadas. Eu estava apenas a tentar ser o abrigo da minha equipa e proteger toda a gente. Assumir, se possível, a responsabilidade no meu ombro, e deixá-los trabalhar arduamente como tinham feito antes. Mas apenas trabalhar arduamente, não ter medo de nada e estar preocupado em fazer algo, pois podem ter medo de cometer um erro. Garanto que estes não têm sido os momentos mais fáceis da minha vida”.
A Bélgica fez a sua estreia no calendário do WRC. Gostava de o ver regressar ao calendário no futuro?
“Estive aqui no Rali de Ypres em 1990 e sempre adorei este rali. Estive aqui muitas vezes depois e penso que fiquei ainda mais feliz do que Alain (Penasse) quando o Rali de Ypres foi confirmado como uma ronda do WRC. Sempre gostei muito de vir aqui. Penso que ter o mesmo Promotor para o ERC e WRC pode ser uma boa oportunidade para o mundo dos ralis. Podem ter boas provas na Europa, que podem fazer parte do ERC, e ter uma rotação entre eles. Assim, é possível ter pilotos envolvidos no ERC, uma vez que podem rodar em troços que vão utilizar mais tarde. Caso contrário, é difícil. Há jovens que fazem o WRC de imediato, WRC3, sem experiência. Penso realmente que se pode fazer uma história real e uma estratégia real por detrás deste tipo de coisas. Antes deste fim-de-semana já eu questionava porque é que o Ypres não estava no ERC. Não é o meu trabalho, mas alguém tem do questionar. Temos de apontar para os melhores. Estamos todos a gerir empresas e estou certo de que esta ideia, é algo que deve ser explorado…”











