Não foi perfeita a estreia do novo Toyota GR Yaris Rally2. Ninguém esperava que os carros das duplas Sami Pajari/Enni Mälkönen (Toyota GR Yaris Rally2) e Stéphane Lefebvre/Andy Malfoy (Toyota GR Yaris Rally2) chegassem, vissem e vencessem, mas provavelmente também não esperavam ficar ao cabo do primeiro dia a 1m49.5 (Pajari) e 3m03.8s (Lefebvre). No caso de Pajari, independentemente do carro, a sua experiência de Monte Carlo é curta, face à dos seus principais adversários, mas com Lefebvre é diferente e o francês fez algumas queixas. Contudo, tal como já tínhamos referido esta prova não é boa para tirar conclusões, essas só com o tempo, mas ainda assim dá sempre para aprender alguma coisa.
Jari-Matti Latvala, líder da Toyota acompanhou naturalmente de perto as provas dois mais destacados pilotos do novo GR Yaris: “recebi feedback, o Sami (Pajari) começou muito bem e tem feito uma corrida sensata e consistente. Mas já ficou claro que precisamos melhorar o carro em certas áreas”, disse Latvala, destacando as zonas em que os carros têm mais problemas: “nos troços com muitos cortes de berma os clientes reclamaram um pouco que o carro talvez não seja tão bom para guiar nessas condições e fica um pouco nervoso. A esse respeito, precisamos claramente de melhorar”, disse Latvala ao Rallit.fi, mas o finlandês está confiante de que o novo carro será capaz de chegar ao topo, pois este rali não é o melhor para perceber o potencial do carro ou as diferenças entre os carros, pois é uma prova em que o conhecimento dos troços, as condições destes e a confiança dos pilotos é primordial, por isso as margens nunca são as de uma prova em que o terreno é muito mais consistente e permite perceber muito melhor as diferenças entre os carros. Há sempre diferenças, mas o que se viu para já é pouco para tirar conclusões.









