Paulo Neto, com o co-piloto Vítor Hugo, lutou abertamente pela vitória nas duas rodas motrizes no Rali Cidade de Guimarães, tendo terminado no terceiro lugar, depois de uma perda de rendimento no motor do Citroen DS3 R3T. A competição destinada aos duas rodas motrizes foi a mais disputada na prova vimaranense, e a dupla esteve empenhada na luta pelo triunfo quase até final.
No fim da prova, Paulo Neto afirmou que “foi um rali fantástico e talvez das melhores provas que disputei até hoje. Fomos ao longo do rali trocando de posição na liderança das duas rodas motrizes com o Marco Cid e o Gil Antunes, existindo sempre uma grande incerteza quanto ao vencedor final”.
A prova de Guimarães não foi isenta de problemas: “Nos derradeiros troços tivemos dois pequenos problemas com o DS3, por um lado uma falha no travão de mão que limitou a nossa performance nos ganchos e, por outro, um sensor do motor tirou algum rendimento ao mesmo, que nos fez perder muitos segundos na fase final da prova”, referiu Paulo Neto.
Mesmo sem o triunfo em Guimarães, Paulo Neto explicou que “apesar do excelente desempenho dos nossos adversários, estivemos desta vez mais próximos da vitória, mas o terceiro lugar permite que estejamos na mesma posição em termos de campeonato. Tem sido um início de época em que temos mostrado a nossa competitividade, mas em que um ou outro pequeno problema não nos permitiu alcançar melhores resultados. Contudo, têm sido provas muito disputadas ao segundo, em que qualquer pormenor pode ditar a diferença entre vencer ou ficar nas posições seguintes”.
Segue-se o Rali de Castelo Branco, dentro de cerca de duas semanas, e agora é altura de melhorar as prestações do Citroen DS3 R3T, que irá receber o kit Max: “Tornará em princípio o carro mais competitivo. Pelo menos é isso que esperamos, de modo a lutarmos pelos nossos objetivos esta temporada, que passam por lutar pelo título nas duas rodas motrizes”, rematou o piloto.










