Martin Holmes responde: “Se eu permanecer nos ralis até aos 100 anos de idade, não é provável que volte a assistir a um evento com tantas histórias como o Vodafone Rali de Portugal 2012. Não foram necessárias especiais extra longas ou mais dias de ralis para que o inesperado aconteça. E neste caso, o imprevisto aconteceu logo desde o princípio da prova e estendeu-se até ao fim, não da prova, não das verificações técnicas finais, mas no dia seguinte, quando a Citroen optou por não dar sequência ao apelo”, referiu Martin Holmes.
Efetivamente, a prova portuguesa do Mundial de Ralis foi um sucesso a todos os níveis, já que começou a ser falada em todo o mundo, depois de mais de 100.000 espectadores terem estado presentes no Rali Sprint de Fafe, continuou com a animação de Lisboa, o despiste e abandono de Sébastien Loeb, as saídas de estrada dos dois Ford oficiais na sexta-feira, a anulação da totalidade da secção da tarde de sexta feira e finalmente a exclusão de Mikko Hirvonen dos resultados finais, ‘oferecendo’ a Mads Ostberg a primeira vitória dum privado em dezanove anos. Foi isto que Michele Mouton pediu?











