Foi notória a evolução de João Barros desde os primeiros quilómetros do último Rali Serras de Fafe face à sua performance neste tipo de piso em 2014. Mesmo se terminou em terceiro, depois de se atrasar em virtude de um pequeno toque que lhe custou um furo no Fiesta R5 na terceira especial do rali, Barros ‘abriu o jogo’ e falou da sua evolução, justificando-a, em boa parte, com o trabalho que tem efetuado com Jari Ketomaa, que tem sido seu ‘professor’.
“O Ketomaa deslocou-se duas vezes a Portugal (uma para testar em terra e outra em asfalto) de propósito para trabalhar comigo. Temos uma boa ligação com a M-Sport e entre os pilotos que nos podiam disponibilizar – Tanak, Ketomaa, entre outros – eu preferi o Ketomaa porque ele correu em 2014 durante toda a época com um R5 e era o piloto mais indicado para me ajudar a desenvolver o set up do carro. No asfalto, já tínhamos um set up bom e acabámos por mudar mesmo muito pouca coisa, ainda que tenhamos conseguido tornar o carro menos subvirador. Em terra, o Ketomaa detestou as nossas afinações e a experiência dele ajudou muito, tanto para chegarmos ao melhor set up como ao nível da condução. Antes do Rali Serras de Fafe, durante a semana falei com ele duas vezes e ele ajudou-me outra vez em pequenos pormenores”, explicou o piloto da Fibromade Racing Team.
“Com ele, evoluí muito em muito pouco tempo”, concluiu o piloto de Paredes.









