Apesar de não ser pequena a lista de pilotos com aspirações a lutarem pelas primeiras posições no Campeonato Nacional de Ralis, ela poderia ser ainda maior se outros pilotos de renome conseguissem confirmar os projetos que trabalharam durante o defeso.
Entre esse nomes, destaque para Ricardo Teodósio e Fernando Peres. A ‘porta’ do CNR parece fechada para o piloto algarvio que não encontrou apoios que lhe permitissem dar alegrias aos seus fãs e continuar o seu reinado de piloto-espectáculo, apesar de ter chegado a ter ‘apalavrado’ um Peugeot 207 S2000 com uma equipa francesa. Agora a sua prioridade é concentrar esforços no Vodafone Rali de Portugal e no Campeonato FPAK de Ralis Sul.
Já Peres também viu hipotecada a possibilidade de comemorar os seus 50 anos ao volante de um Fiesta R5, optando, para já, por um programa indefinido que, provavelmente deverá passar pelo Campeonato FPAK de Ralis Norte e pela Taça FPAK de Ralis Terra.
No lista dos ‘indecisos’ estão Miguel Campos e Bruno Magalhães. Com caráter indefinido também está o projeto de No caso de Campos, o piloto vai estar presente na primeira prova do ano, com um Peugeot 208 T16, mas não sabe se seguirá caminho até ao final da época. Se o conseguir fazer, certamente também haverá que contar com ele para o assalto ao título pois apesar da sua menor assiduidade nos últimos anos, os créditos que lhe permitiram assegurar o título de vice-campeão europeu em 2003 não desapareceram.
Já Bruno Magalhães vê no CNR uma alternativa válida ao ERC (caso o projeto falhe), sem que, ainda assim, tenha tido ‘luz verde’ para a confirmar. Há ainda Miguel Jorge Barbosa (campeão de Produção de 2013) que não fará todo o campeonato mas poderá regressar para fazer algumas provas.








