Depois de um ano em que a FPAK dividiu o campeonato de viaturas de 2 Rodas Motrizes até 2 Litros em dois – RC3 e RC4 -, para 2015 a entidade federativa respondeu positivamente ao apelo da maior parte dos pilotos intervenientes que pediam para que o Campeonato 2 RM/ 2L regressasse ao formato de competição única.
E não há dúvida que juntar RC3, RC4 e RC5 na mesma competição tornou o campeonato ‘CNR2’ mais sólido pois não faltam pilotos que direcionaram os seus projetos para esta competição que se prevê muito animada e com uma grande diversidade de carros.
Assim, candidatos ao título não faltam e não é fácil apontar um único favorito. Desde logo, na primeira linha aparecem os dois campeões da época passada, Paulo Neto (RC3) e Ricardo Marques, com o primeiro a reforçar a competitividade do seu Citroën DS3 R3T – que passará para a versão Max – e o segundo a substituir o Peugeot 208 R2 por um mais competitivo Renault Clio R3T, apesar de se apresentar em Fafe ainda com um menos evoluído Clio R3, enquanto espera que esteja disponível a versão R3T.
Pela mesma situação atravessa Gil Antunes que, apesar de apontar na direção do título, conta também com atrasos na entrega do seu futuro Renault Clio R3T e por isso estará nas duas primeiras prova do campeonato com um Clio R3 da nova equipa PT Racing de Paulo Antunes.
Com outro Clio R3, João Ruivo regressa ao Nacional de Ralis e é outro dos candidatos ao título pela sua comprovada rapidez. Marco Cid a investir novamente do ‘velhinho’ mas certamente ainda muito competitivo Clio S1600, num ano em que, depois de acumulada experiência, claramente aponta para o título.
Dois carros novos no panorama dos ralis nacionais serão o Honda Civic Type R guiado por Armindo Neves, apesar de o piloto ser ausência em Fafe, e o Skoda Fabia R2 Paulo Moreira, muito embora, dos dois, só o carro nipónico tenha pretensões para chegar ao título.
Entre os RC4 (onde se incluem os R2), para além do Skoda, o destaque vai para o Peugeot 208 R2 de Renato Pita (que regressa ao CNR) e o de Luís Rocha, a que juntarão ainda o Citroën C2 R2 Max de Roberto Canha e o C2 R2 de Artur Teixeira e o Opel Adam de Pedro Marinho e o de Filipa Sanguedo. Portanto, com uma amostra de pilotos e carros tão heterogénea, o ‘CNR2’ só pode caminhar para o sucesso…







