CPR, Rali de Mortágua: cronologia de um título

Por a 6 Novembro 2021 16:30

16h30 – Ricardo Teodósio campeão

Numa prova imprópria para cardíacos, Ricardo Teodósio conseguiu recuperar de uma manhã difícil em que perdeu muito tempo e conseguiu cumprir os mínimos e sagrar-se assim bi-campeão nacional de ralis. Numa tarde de ataque máximo, Teodósio recuperou muito tempo a Miguel Correia, a quem roubou o segundo lugar na última especial do dia, que venceu, conquistando os três pontos da Power Stage, o que lhe garantiu o título nacional. Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2) termina o ano em grande e vence o rali, primeira vitória do Hyundai I20 Rally2 em solo nacional.

Pouco apostariam no título de Ricardo Teodósio / José Teixeira (Skoda Fabia R5 EVO) depois do que aconteceu durante a manhã. Um problema na alavanca da caixa de velocidades, a juntar a uma afinação menos conseguida, fizeram Teodósio perder muito tempo, o que complicou uma tarefa que parecia simples, depois da desistência de Armindo Araújo logo na primeira especial. Mas a tarde sorriu a Teodósio, que conseguiu os pontos necessários para festejar o título.

Ricardo Teodósio venceu a PEC 8 ( Felgueira 2 PowerStage – 18.00Km), ficando à frente de Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) e Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO) os três primeiros nesta Power Stage. Bruno Magalhães foi quarto e festejou um saboroso triunfo à geral.

Nas contas da geral da prova, Magalhães terá a companhia no pódio de Teodósio e Correia, com Pedro Meireles a ficar fora do top3.

15h45 – Teodósio a nove segundos do segundo posto. Magalhães perto da vitória

Está a ser um final de rali dramático em Mortágua. Ricardo Teodósio / José Teixeira (Skoda Fabia R5 EVO) acabaram de vencer a PEC 7 (Laceiras / Tojeira 2 – 13.25Km) e estão agora a apenas 9 segundos do segundo lugar, objetivo do algarvio para selar o título. Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2) foram segundos nesta especial, já em modo de gestão e Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) foram terceiros, ficando à frente de Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO) que tem perdido muito tempo nas últimas especiais.

Quem parece ter ficado também pelo caminho foi Manuel Castro / Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5), isto depois de na especial anterior o seu adversário na luta pelo top 5, Paulo Neto, também ter ficado fora da luta. Daniel Nunes / Nuno Mota Ribeiro (Ford Fiesta Rally 3) foi assim quinto, à frente de Gil Antunes / Diogo Correia (Dacia Sandero R4) e Carlos Fernandes / Valter Cardoso (Peugeot 208 Rally 4) que, com a desistência de Ernesto Cunha / Rui Raimundo (Peugeot 208 Rally 4) tem agora o título das duas rodas motrizes garantido.

Nas contas da geral do rali, Magalhães tem agora 38 segundos de vantagem, e tem já o champanhe no fresco e apenas uma hecatombe roubará o primeiro triunfo de Magalhães com a sua nova máquina. Miguel Correia está em segundo, mas ao ritmo que tem perdido tempo, poderá não aguentar Ricardo Teodósio que está a nove segundos. Pedro Meireles é agora quarto e Daniel Nunes sexto, atrás de Diogo Salvi / Hugo Magalhães (Skoda Fabia R5) que foi aproveitando os azares alheios para subir na tabela classificativa. Teodósio tem de ganhar nove segundos a Correia e ser pelo menos segundo na Power Stage para conquistar o título. O CPR decide-se assim na última especial do ano e a incerteza é grande neste momento, com muita tensão no parque de assistência . Armindo Araújo é, para já, o virtual campeão, mas está nas mãos de Teodósio recuperar os nove segundos e ser segundo na PS para voltar a ser campeão.

15h15 – Magalhães volta às vitórias, Teodósio tenta aproximar-se mas penalização dificulta

Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2) responderam a Ricardo Teodósio / José Teixeira (Skoda Fabia R5 EVO) e venceram a PEC 6 (Santuário / Palheiros 2 – 12.93Km). Bruno Magalhães venceu a especial, o terceiro triunfo em especiais do piloto da Hyundai. No entanto, Teodósio fez o segundo tempo ficando a 0.7 seg. de Magalhães, mas mais importante que isso, ganhou tempo a Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) e Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO) que foram terceiros e quartos, respetivamente. A fechar o top 5 desta especial tivemos Manuel Castro / Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5), com Paulo Neto a perder muito tempo nesta especial. Carlos Fernandes / Valter Cardoso (Peugeot 208 Rally 4) voltou a ser o mais rápido nas duas rodas motrizes não dando hipoteses a Ernesto Cunha / Rui Raimundo (Peugeot 208 Rally 4) .

Nas contas da geral, Magalhães tem trinta segundos de vantagem para Miguel Correia, que perdeu muito tempo nesta especial e que tem agora Meireles a pouco mais de 13 segundos e Teodósio terá de fazer um esforço extra pois uma penalização de 10 segundos deu mais dores de cabeça e complicou sobremaneira a tarefa de tentar chegar ao segundo posto. Teodósio é agora quarto a oito segundos de Meireles.

Faltam apenas dois troços e em condições normais, não será possível a Ricardo Teodósio recuperar a margem e chegar ao segundo lugar que necessita (e ainda pelo menos dois pontos na power stage). Mas os ralis são por vezes caixinhas de surpresas, pelo que até ao lavar dos cestos é vindima. Certo é que até às verificações finais há rali. E não é só neste. É em todos.

14h45 – Ricardo Teodósio inicia o ataque, com vitória na primeira especial da tarde

Ricardo Teodósio avisou que iria tentar atacar na parte da tarde e tentar chegar ao segundo lugar e na PEC 5 (Moitinhal / C. Calvos 2 – 7.78Km) provou que quer manter a promessa. A dupla Ricardo Teodósio / José Teixeira (Skoda Fabia R5 EVO) venceu a primeira especial da tarde, mas as margens foram curtas com Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2) a ficarem a 0.3 segundos da referência. Também Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO) não ficou longe do melhor tempo, distando apenas 0.8 seg. do tempo de Teodósio. Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) mantiveram-se no top5, com o quarto tempo nesta especial e Paulo Neto / Vitor Hugo oda Fabia R5) fez o quinto tempo, ficando à frente da dupla Manuel Castro / Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5) . Daniel Nunes / Nuno Mota Ribeiro (Ford Fiesta Rally 3) ficou logo atrás dos R5, ficando à frente de Gil Antunes / Diogo Correia (Dacia Sandero R4) e de Carlos Fernandes / Valter Cardoso (Peugeot 208 Rally 4), o mais rápido nas duas rodas motrizes. 

13h10 – Bruno Magalhães volta a vencer e termina a manhã na frente

Chegou ao fim a atribulada manhã do Rali de Mortágua. Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2) voltaram a vencer uma especial, desta feita a PEC 4 (Felgueira 1 – 18.00Km), a mais longa da manhã e têm agora uma vantagem de mais de 18 segundos para os segundos classificados, Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO) que também terminaram a quarta especial do dia em segundo lugar. Ricardo Teodósio deu sinais de recuperação perdendo menos tempo do que vinha a fazer até então, mas ainda assim está a 41 segundo do primeiro lugar e pouco mais de 23 segundos do segundo lugar que é de Correia, ambos pilotos da ARC. Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) foram quartos nesta PEC e mantêm o terceiro lugar à geral, com Manuel Castro / Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5) a completarem o top 5.

12h30 – Penalização para Ricardo Teodósio

Uma manhã repleta de incidentes e de cambalhotas no que diz respeito à luta pelo título. A PEC 4 (Felgueira 1 – 18.00 km) está atrasada e a prova recomeçou às 12:37, depois do que terá sido mais um incidente, desta vez com o carro 0 da prova. Mas mais importante que isso, Ricardo Teodósio foi penalizado em 10 segundos. Entrou atrasado no controlo está com problemas no seu Skoda, mas ninguém diz o que é. Já surgiram rumores que poderiam ser problemas de travões, mas suspeita-se que poderá ser um problema de caixa. O certo é que Teodósio tem a vida agora muito mais dificultada para chegar ao segundo lugar, condição essencial para se sagrar campeão, ele que precisa de 23 pontos para o conseguir.

12h00 – Bruno Magalhães vence PEC3, José Pedro Fontes desiste

Está a ser um Rali de Mortágua recheado de reviravoltas e ainda nem a meio chegamos. Depois da desistência de Armindo Araújo, na PEC 3 foi José Pedro Fontes / Inês Ponte (Citroen C3 R5) a desistir. Depois de ter vencido a PEC2 o que parecia ser um bom começo para Fontes depressa terminou. Quem lucrou foi Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2) que venceu a PEC 3 (Laceiras / Tojeira 1 – 13.25 km), seguido de Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO), que ficou a 7.9 seg da referência e Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) completou o top 3, à frente de Ricardo Teodósio / José Teixeira (Skoda Fabia R5 EVO) que voltou a perder tempo nesta Especial, numa manhã que não está a correr bem ao candidato ao título. Com o abandono de José Pedro Fontes, Ricardo Teodósio sobe para o quarto lugar, atrás de Pedro Meireles, mas ainda está longe da posição que precisa que é o segundo lugar, e ainda pelo menos dois pontos na Power Stage. Contudo, neste momento o mais importante é perceber o que justifica a perda de tantos segundos por parte de Ricardo Teodósio e no parque de assistência para já ninguém abre o jogo.

Manuel Castro / Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5) foi quinto, à frente de Paulo Neto / Vitor Hugo oda Fabia R5), Daniel Nunes / Nuno Mota Ribeiro (Ford Fiesta Rally 3).

Manuel Castro está a quatro décimos de Teodósio, e pela frente temos agora o troço mais extenso, onde vamos ver o que acontece pois o tempo perdido por Ricardo Teodósio é perfeitamente anormal.

11h20 – José Pedro Fontes começa melhor

Depois do cancelamento da PEC1, devido à saída de estrada de Armindo Araújo, o Rali de Mortágua prosseguiu para a PEC2 (Santuário / Palheiros 1 – 12.93km) e foi José Pedro Fontes / Inês Ponte (Citroen C3 R5) a fazerem o melhor tempo. Com 8:57.9 a dupla do Citroen foi a mais rápida, ficando à frente de Bruno Magalhães / Carlos Magalhães (Hyundai I20 Rally 2), que demorou mais 2.2 segundos. Em terceiro ficou Miguel Correia / Mário Castro (Skoda Fabia R5 EVO), seguidos de Pedro Meireles / Pedro Alves (Volkswagen Polo R5) e Ricardo Teodósio / José Teixeira (Skoda Fabia R5 EVO) que ficou a 18.9 seg. do melhor tempo, perdendo muito tempo. Recordamos que Teodósio tem de ficar pelo menos em segundo e fazer dois pontos na Power Stage para conquistar o título.

11h00: Ambiente no parque de assistência com sensações contraditórias

. De um dos lados da barricada, desânimo, mas a consciência que ainda não está tudo perdido. Do outro, os semblantes são naturalmente diferentes, mas também com a consciência que ainda há um resultado para fazer, para lograr concretizar o objetivo. Os danos no Skoda Fabia Rally2 de Armindo Araújo são significativos e o carro já descansa na assistência

10h50: Armindo Araújo explica ao AutoSport o que aconteceu na sua saída de estrada

10h00: Armindo Araújo sai de estrada e desiste

Não era assim que queríamos que começasse o rali. Armindo Araújo está fora de prova, depois de ter uma saída de estrada logo na PEC1 (Moitinhal / C.Calvos 1, com 7.99km). A saída foi algo violenta, mas apesar disso a tripulação do Skoda #1 está OK, segundo as informações que nos chegam. Um furo terá motivado a saída de estrada. Os danos no carro não permitem que Araújo continue em prova pelo que é o fim do rali, logo na primeira PEC do dia e um golpe nas aspirações do piloto. A luta pelo título está assim dependente de como Ricardo Teodósio gerir a prova daqui para a frente. Em princípio (contas por alto), bastará um segundo lugar a Teodósio e dois pontos na Power Stage para o algarvio arrecadar o título. Armindo Araújo ainda pode ser campeão caso Ricardo Teodósio seja segundo e faça apenas um ponto na Power Stage.

7h30: dia das decisões

É o dia de todas as decisões. Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia Rally2 evo) ou Ricardo Teodósio/José Teixeira (Skoda Fabia Rally2 evo) partem daqui a algum tempo para a estrada para o seu dia desportivo mais importante do ano. Os primeiros sabem que um segundo lugar chega para assegurar o terceiro título em quatro anos, após o seu regresso aos ralis, e os segundos, o segundo título das suas carreiras no CPR.

Está tudo completamente em aberto, para já o primeiro dia correu de forma diferente a ambos, pois enquanto Teodósio foi o mais rápido na qualificação, e teve a possibilidade de ser o primeiro a escolher a posição na estrada. Escolheu o nono lugar. Já Armindo Araújo fez um pião e por isso foi o mais lento na especial que determinava a ordem de escolha da posição na estrada. É o primeiro a partir durante todo o dia de hoje. Vai, por isso limpar a estrada. Se isso vai ser um grande óbice ou não, mais logo se verá.

7h25: calculadora na mão

Tudo ou nada! O Campeonato de Portugal de Ralis vai decidir-se no Rali de Mortágua, com Armindo Araújo e Ricardo Teodósio a serem os únicos dois candidatos ainda com hipóteses matemáticas de chegar ao título.

Armindo Araújo depende exclusivamente de si próprio, mas Ricardo Teodósio não. As contas, explicamos mais à frente.

Este ano, para não fugir à regra, será de calculadora na mão que as ‘entourage’ das duas formações vão enfrentar o evento. Depois dos resultados obtidos no ‘Vidreiro’, Bruno Magalhães e José Pedro Fontes deixaram de ter hipóteses matemáticas de chegar ao título.

7h15: as contas que há para fazer

Quanto às contas, são globalmente simples: Para Armindo Araújo, líder atual da classificação, ser campeão, basta-lhe ser segundo, se Ricardo Teodósio vencer e assegurar os três pontos da PowerStage. Se o algarvio cumprir este pressuposto, vencer o rali e a PowerStage, a Armindo Araújo bastam-lhe os 20 pontos do segundo lugar, mesmo não pontuando na PS. Ou 17 do terceiro e mais dois na PS. Tanto faz. Claro que pelo meio há inúmeras hipóteses, até porque tanto Bruno Magalhães como José Pedro Fontes ou mesmo Miguel Correia, todos eles podem vencer este rali, pois já mostraram ao longo deste ano e não só, capacidades para isso.

Portanto, o facto de referirmos Armindo Araújo e Ricardo Teodósio nas primeiras posições, esse não é, nem de perto, um dado adquirido e é bom que se tenha consciência disso pois qualquer um deles ou todos podem interferir diretamente na contabilidade do título.

7h10: As decisões dos últimos anos

Em 2021, o Campeonato de Portugal de Ralis volta a decidir-se na última prova, mas desta feita e pela primeira vez em muito tempo, não é no Algarve. A honra desta feita pertence a Mortágua.

Recordando o que se passou nos últimos cinco anos, 2017 fica marcado por uma decisão de título épica, com Carlos Vieira a vencer o Rali do Algarve, e a bater Pedro Meireles na tabela final do campeonato por escassos 0.4 pontos. Imagine-se!

Em 2018, depois de uma época marcada por quatro vencedores distintos em oito provas, a competição chegava ao Algarve com Armindo Araújo na frente da classificação geral, dispondo de uma boa vantagem. Acabou mesmo por vencer o rali e foi campeão.

O ano de 2019 foi de festa para Ricardo Teodósio, que chegou ao Algarve numa posição semelhante a Armindo Araújo, um ano antes. O algarvio geriu bem o seu rali e apesar do triunfo de Bruno Magalhães, Teodósio alcançou o que é até este momento o seu único título nacional.

No ano passado, 2020, a competição terminou antes do previsto. Armindo Araújo e Bruno Magalhães saíram do Rali Terras d’Aboboreira com tudo por decidir no Algarve, mas o cancelamento definitivo da prova, devido à pandemia levou a um epílogo que ninguém quis, pois os concorrentes acabaram por decidir tudo na Aboboreira…sem saber.

Portanto, pelo quinto ano consecutivo as contas vão em aberto para a última prova e não só em termos absolutos, pois também os duas rodas motrizes, estão por decidir. No Campeonato Centro de Ralis, André Cabeças já assegurou o título antecipadamente no Vidreiro.

Resumindo, será o 7º de Armindo Araújo ou o 2º de Ricardo Teodósio?

LISTA DE INSCRITOS – CLIQUE AQUI

7h05: Horários

Sexta-feira, 5 de Novembro

Shakedown Gândara 14h00

Sábado, 6 de Novembro

PE1 Moitinhal/C. Calvos 7,99 km 9h50

PE2 Santuário/Palheiros 12,93 km 10h10

PE3 Laceiras/Tojeira 13,25 km 10h48

PE4 Felgueira 18,00 km 11h25

Assistência

PE5 Moitinhal/C. Calvos 7,99 km 13h40

PE6 Santuário/Palheiros 12,93 km 14h00

PE7 Laceiras/Tojeira 13,25 km 14h38

PE8 Felgueira 18,00 km 15h15

7h00: Palmarés do CPR/CNR

1956 Fernando Stock

1957 Horácio Macedo

1958 José Luís Abreu Valente

1959 José Luís Abreu Valente

1960 José Manuel Pereira

1961 Horácio Macedo

1962 José Baptista Dos Santos

1963 Horácio Macedo

1964 Fernando Basílio Dos Santos

1965 César Torres

1966 Manuel Gião

1967 Américo Nunes

1968 Américo Nunes

1969 Não Houve Campeão Absoluto

1973 Não Houve Campeão Absoluto

1974 Não Se Realizou

1975 Manuel Inácio

1976 António Diegues

1977 Giovani Salvi

1978 Carlos Torres

1979 José Pedro Borges

1980 Santinho Mendes

1981 Santinho Mendes

1982 Joaquim Santos

1983 Joaquim Santos

1984 Joaquim Santos

1985 Joaquim Moutinho

1986 Joaquim Moutinho

1987 Inverno Amaral

1988 Carlos Bica

1989 Carlos Bica

1990 Carlos Bica

1991 Carlos Bica

1992 Joaquim Santos

1993 Jorge Bica

1994 Fernando Peres

1995 Fernando Peres

1996 Fernando Peres

1997 Adruzilo Lopes

1998 Adruzilo Lopes

1999 Pedro Matos Chaves

2000 Pedro Matos Chaves

2001 Adruzilo Lopes

2002 Miguel Campos

2003 Armindo Araújo

2004 Armindo Araújo

2005 Armindo Araújo

2006 Armindo Araújo

2007 Bruno Magalhães

2008 Bruno Magalhães

2009 Bruno Magalhães

2010 Bernardo Sousa

2011 Ricardo Moura

2012 Ricardo Moura

2013 Ricardo Moura

2014 Pedro Meireles

2015 José Pedro Fontes

2016 José Pedro Fontes

2017 Carlos Vieira

2018 Armindo Araújo

2019 Ricardo Teodósio

2020 Armindo Araújo

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Um comentário

  1. Speedway

    6 Novembro, 2021 at 10:12

    Que complicação ! Mesmo para só eles entenderem.Deviam encontrar um sistema de pontuação simples que toda a gente entendesse, como existiu no passado.
    Depois admiram-se dos ralis já não terem a popularidade que tiveram noutros tempos.

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