Já sucedeu a outros no passado e a verdade é que o percalço de José Pedro Fontes e Inês Ponte (Citroen C3 R5) na qualificação do Rali do Alto Tâmega condicionou tudo daí para a frente. O carro foi eficientemente reparado a tempo da prova, mas a ordem na estrada esteve longe da ideal e esse foi uma condicionante da performance da equipa durante o primeiro dia.
No domingo, Fontes tinha 11.8s para recuperar, ou seja um tarefa que não era impossível, mas extremamente difícil. No final, terminaram em quarto lugar, muito longe do esperado.
“Estávamos a tentar recuperar, mas nas condições em que o rali se disputou e ao nível a que andámos, uma falha, por mínima que seja, representa uma fatura pesada e que nós pagámos de imediato. Sei que tínhamos condições para lutar pela vitória, algo que se complicou ainda na manhã de sábado e que influenciou todo o nosso rali”, afirmou José Pedro Fontes.
“Este não é o resultado final que pretendíamos, mas a verdade é que foi uma prova cheia de percalços, em que andámos sempre a correr atrás do prejuízo. Ainda assim, não baixamos os braços, temos mais ralis pela frente e há muitos pontos em disputa. Agora temos de trabalhar a pensar no Rali Vidreiro, novamente em asfalto, onde o nosso foco volta a estar na vitória”, disse o piloto do Citroen C3 R5.
O Campeonato de Portugal de Ralis prossegue nos dias 9 e 10 de outubro, com o Rali Vidreiro – Centro de Portugal, na Marinha Grande.









