Romain Grosjean marcou no GP de Espanha os primeiros pontos da Lotus/Renault, apesar de diversos problemas com a unidade motriz ao longo da corrida. Mas foi na qualificação que teve a possibilidade de brilhar, obtendo o quinto posto. Enquanto o Renault V6 e os sistemas híbridos colaboraram, manteve os dois Ferrari em respeito, só perdendo quando ficou com bastante menos potência sem, no entanto, ceder a posição para os dois pilotos da Force India, que dispunham de motores muito mais fortes. A exemplo do que sucede na Red Bull, o potencial do Lotus E22 está a vir ao cimo e só a unidade motriz ainda não permite ir mais longe. Sendo certo que os problemas são de software e não de hardware, mais cedo ou mais tarde esses problemas estarão resolvidos e aí poder-se-á contar com o francês nos lugares cimeiros. Já Pastor Maldonado…
…na primeira ocasião em que tinha carro para chegar ao Q3, bateu logo na primeira volta lançada do Q1, quando tinha montado os pneus mais duros e não havia a menor razão para correr riscos… Ficou com o último lugar na grelha mas voltou a ser penalizado depois de acertar em Marcus Ericsson quando o ultrapassava logo no início da corrida. Erra muito e nunca aprende, pois na sua opinião a culpa é sempre dos outros ou considera que teve azar. É um piloto rápido que deverá estar a esgotar a paciência a muita gente, ainda que neste caso da Lotus, o ‘dote’ que leva chegue para fazer os responsáveis simplesmente encolher os ombros…










