Tornar os motores da Fórmula 1 mais ruidosos é “essencial” para Toto Wolff. A discussão sobre os motores a usar depois de 2020 já começou, mas até lá vão continuar a ser usados os motores turbo-híbridos V6. Uma das principais críticas que os adeptos da Fórmula 1 têm feito é a falta de barulho que os motores fazem, propondo o regresso dos motores V8. Wolff não concorda com o regresso dos V8, mas também acha que precisam de ser mais barulhentos.
“Os carros podem ser rápidos, mas o som é muito importante. É ele que te dá a perceção de força e de velocidade. Penso que talvez nos tenhamos esquecido deste ponto para esta geração de motores. Não penso que seja totalmente mau, mas em 2020 quando tivermos novos motores devemos pensar nisto, é muito importante”, defende o diretor da equipa Mercedes.
Wolff é da opinião que quatro construtores de motores mostra boa saúde, no entanto acha que a vinda de fornecedores independentes podia ser positivo. “Neste momento temos quatro construtores e podemos escolher entre a Ferrari, melhor marca de carros desportivos, a Honda que é a melhor construtora de carros, a Renault e nós, provavelmente a melhor marca ‘premium’. Isto não existiu muitas vezes na F1 e se conseguirmos arranjar maneira de ter alguma marca independente depois de 2020 será bom. Mas não estou certo que sejam competitivos contra marcas que investem milhões há muitos anos. Estou cem por cento certo que a F1 precisa de ser uma fórmula tecnológica. Ela precisa de ser poderosa, rápida e onde a melhor tecnologia tem de estar”, refere o austríaco.











