GP Japão F1: Pérez garante que teria passado Ocon sem as ordens de equipa

Por a 8 Outubro 2017 15:17

A Force India conseguiu mais uma vez ser a melhor dos outros. Sergio Pérez terminou em sétimo, uma posição atrás do seu colega, tendo comemorado o resultado da equipa, mas mostrou um claro incômodo com o facto de ter terminado atrás do companheiro uma vez que tinha velocidade para lutar com o francês.

“Tínhamos um bom ritmo numa corrida relativamente fácil. Depois da paragem nas boxes deram-nos ordens para manter as posições e assim foi. Sem a ordem, teria passado o Esteban, especialmente na segunda partida após o safety car virtual. Mas estou feliz porque foi um grande resultado para a equipa. Já tínhamos feito um acordo quanto a esse tipo de ordem. O nosso ritmo era parecido mas acho que poderia terminar na frente, mas foi um grande resultado para a equipa”, disse o mexicano.

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11 comentários

  1. rodríguezbrm

    8 Outubro, 2017 at 18:15

    Depois lá vem a história de que é muito arrogante.

    Versão do Autosport.pt: “Pérez garante que teria passado Ocon sem as ordens de equipa”
    “ Mostrou um claro incómodo com o facto de ter terminado atrás do companheiro(…)”.

    Palavras do piloto: “I am very happy for the team with this great result”.
    “I felt I was quicker than Esteban in the second stint and I had an opportunity to overtake him at the final restart ( Pienso que era más rápido que esteban en el segundo stint y que tenía la oportunidad de adelantarle) but we followed the team’s instructions. We knew this would be the case so it wasn’t a surprise, and swapping us wouldn’t have made a difference in terms of points for the team, so I understand the team’s perspective. In the end, Esteban did a great job during the whole weekend”

    • rodríguezbrm

      8 Outubro, 2017 at 18:32

      No Canadá, Azerbaijão ou Bélgica não havia proibição de se ultrapassarem, porquê agora? Não chegam os 61 pontos à frente da Williams? Ou ainda querem apanhar a Red Bull?
      —O que não dá para disfarçar é que o Ocon- hoje fez o 23ºGP e após 2 anos a testar os melhores carros da F.1- é incapaz de rodar mais rápido que o Pérez, hoje teve a enésima oportunidade de o fazer copiando o Verstappen e o Hamilton face aos colegas de equipa.
      Estou sempre a ouvir que é o futuro Prost ou Senna, mas não me lembro do Watson e o Cecotto terem feito isto com esses dois.

      • Pity

        8 Outubro, 2017 at 19:38

        Porque é que os impedem de se ultrapassarem? Não tem visto as corridas? Quantos pontos é que perderam com os toques entre ambos? Se os pilotos não sabem lutar entre eles sem baterem, tem de ser a equipa a impor ordens. Tão simples como isto.

        • rodríguezbrm

          9 Outubro, 2017 at 9:34

          Na sua visão de GNR/Brigada de Trânsito sobre os pilotos, noto que não se lembrou do “Fernando is faster than you”.

          • Pity

            9 Outubro, 2017 at 11:07

            Visão de GNR/Brigada de trânsito?????? Essa tem (pouca) graça. E não compare os dois casos. Não gostei da atitude da Ferrari para com o Massa, mas ele e o Alonso não andavam a chocar um com o outro de cada vez que estavam juntos em pista, como o Ocon e o Perez, por isso a equipa teve de se precaver. Acho até que foi um risco muito grande manterem os dois para o próximo ano.

          • rodríguezbrm

            9 Outubro, 2017 at 12:23

            Forma de se precaverem:
            Esteban, Checo is faster than you.
            Checo, Esteban is faster than you.
            Esta regra, obedecida, resulta também em ultrapassagem, e não em proibição. Notei que não se lembrou de a mencionar.

          • Pity

            9 Outubro, 2017 at 12:44

            Não vejo onde está o drama, a não ser que seja porque um dos intervenientes é mexicano, por acaso, o que estava atrás. Para a equipa, em termos de pontos, era indiferente a ordem em que terminavam, para os pilotos, cada um quereria ficar na frente do outro, mas nenhum tinha hipóteses de se chegar mais à frente, mesmo em termos de campeonato, por isso, repito, não vejo onde está o drama.

      • rodríguezbrm

        8 Outubro, 2017 at 21:56

        Rectifico:81 pontos e não 61.

    • Helder Carvalho

      9 Outubro, 2017 at 0:12

      Rodriguezbrm, desculpe, onde está a surpresa? O Autosport guia-se desde já a algum tempo por nos impingir intrigas, teorias da conspiração, etc.
      Se é leitor do Autosport há vários anos, sabe que se transformou numa espécie de revista “cor de rosa” sobre corridas de automóveis.
      Infelizmente ainda não perceberam que hoje existe muita informação via internet e ainda nos querem fazer de parvinhos.

      • rodríguezbrm

        9 Outubro, 2017 at 9:27

        Não leio há muito o jornal.
        Para mim a parte desagradável é a discriminação nos pilotos. Grosjean pede à equipa que ordene ao Magnussen que o deixe passar. Vem no artigo do fórum: “A fechar o top 10 ficaram os dois Haas de Kevin Magnussen e Romain Grosjean”. Pérez proibido de ultrapassar o Ocon, e logo quando teve oportunidade de o fazer facilmente: “Bom sexto lugar de Esteban Ocon (chegou a rodar muito tempo em terceiro), que voltou a bater Sergio Pérez(…)”.

  2. Frenando_Afondo™

    9 Outubro, 2017 at 17:20

    Se eu tivesse rodas era um porsche. Claro que agora vem dizer que só ficou atrás do Ocon porque não o deixaram passar.

    Deve ser por isso que durante a corrida se queixou tanto, era a ver se conseguia influenciar a equipa a deixá-lo passar. Mas se estivesse realmente bem mais rápido que o Ocon, a equipa er a primeira a mandar o francês sair da frente para Pérez ir “caçar” o piloto que estivesse à frente de Ocon. A telemetria não mente Pérez, não tinha ritmo e como tal, ficaste atrás do Ocon.

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