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GP Itália F1: Notas AutoSport (Parte 3) | AutoSport

GP Itália F1: Notas AutoSport (Parte 3)

Por a 14 Setembro 2021 16:30

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Williams – 3 corridas em 4 a terminar nos pontos

Com o acidente ocorrido com os dois protagonistas do campeonato, houve pilotos que passaram quase despercebidos. Como aconteceu um pouco com Lance Stroll, só no final da corrida é que se percebeu que George Russell tinha conseguido pontuar novamente este ano. Terminou no nono posto, à frente de Ocon e Nicholas Latifi ficou a cerca de 3 segundos de entrar nos dez primeiros. Por isso, mais uma corrida sólida da equipa, pese embora o facto de apenas um carro ter passado para a Q2. No entanto, já estamos habituados às boas exibições de Russell em qualificação. Com mais dois pontos no bolso, Russell ficou a 3 pontos de Yuki Tsunoda. 

Williams – nota 7

George Russell – nota 8

Nicholas Latifi – nota 7

Alfa Romeo – Giovinazzi borrou a pintura

A Alfa Romeo parecia ter uma boa oportunidade para chegar aos pontos mas para isso dependia de Antonio Giovinazzi. Robert Kubica manteve o lugar de substituto de Kimi Raikkonen (ainda afastado por causa da COVID 19) mas exigir mais do que terminar a corrida seria injusto para o polaco que já tinha feito um bom trabalho em Zandvoort. A equipa animou-se com mais uma boa prestação de Giovinazzi em qualificação que lhe valeu a passagem à Q3 e um décimo lugar que se transformou  em sétimo depois da corrida sprint, uma excelente posição para tentar arrecadar pontos. Mas logo nas primeiras curvas Giovinazzi borrou a pintura e um erro na entrada na segunda chicane obrigou-o a sair de pista e no regresso, ficou à frente de Sainz que não evitou o toque que atirou o italiano contra as proteções da pista. A corrida estava terminada aí, mas para que não houvesse dúvidas, levou com mais cinco segundos de penalização pela manobra que antecedeu o toque de Sainz. Acabou cedo o sonho e Giovinazzi perdeu a oportunidade de mostrar o seu valor. Já Kubica foi competente e conseguiu um positivo 14º lugar à frente dos Haas.

Alfa Romeo – Nota 6

Robert Kubica – Nota 6

Antonio Giovinazzi – Nota 4

Haas – Os toque continuam a acontecer

Os toques entre Mick Schumacher e Nikita Mazepin continuam a acontecer. Desta vez não vimos manobras como as de Zandvoort mas Mazepin voltou a errar e a prejudicar o seu colega de equipa. O russo pediu desculpa no final e admitiu a sua falha, mas começam a ser muitos os episódios entre os dois jovens, o que certamente não ajuda uma equipa que prepara a próxima época com afinco e que quer deixar os maus momentos para trás. Schumacher voltou a ficar à frente do seu colega de equipa e está também a tentar não piorar o ambiente. Esta tendência deverá continuar durante a época e até para o futuro pelo que este duo certamente não deverá conviver de forma saudável durante muito mais tempo. Quanto à prestação da Haas… faltam oito corridas para o fim do ano e isso é bom.

Haas – Nota 3

Mick Schumacher – Nota 5

Nikita Mazepin – Nota 3

Alpha Tauri – Fim de semana duro

A única equipa que tinha pontuado em todos os GP de 2021 ficou a zeros. Ainda antes da corrida, já o fim de semana estava limitado para Pierre Gasly. O acidente na Sprint colocou-o no fundo da grelha e a partir daí tudo seria mais difícil para o piloto francês, que nas voltas iniciais teve um problema com o monolugar e teve de abandonar. Fica a sólida prestação na qualificação. 

Yuki Tsunoda fez uma boa volta na Q3, que o colocava na Q2 facilmente, mas por exceder os limites de pista, o tempo foi apagado e o japonês largou de 17º para a Sprint, onde ainda conseguiu ultrapassar um adversário, mas nada o preparou para o que se passou no domingo. Na volta de saída para a grelha de partida, um problema mecânico foi encontrado no carro do japonês, que a equipa não foi capaz de resolver a tempo do piloto sair para a corrida. Um fim de semana duro para a Scuderia Alpha Tauri.

Alpha Tauri – nota 6

Pierre Gasly – nota 6

Yuki Tsunoda – nota 6

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garantia4
garantia4
4 dias atrás

Um único reparo, ou melhor, constatação ( nada a ver com a qualidade do artigo):
O franco-milanês Gasly tem mesmo boa imprensa actualmente. Se os outros fazem borradas, então também seria de adjectivar aquele seu toque no Sainz e acima de tudo o ter continuado a acelerar com a asa às “12 horas e meia”, que teve o desfecho que se sabe e afectou todo o santo fim de semana.

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