Charles Leclerc recebeu uma nova unidade de potência Ferrari no Grande Prémio da Rússia, ao mesmo tempo que a Scuderia introduziu um sistema híbrido melhorado com vista ao seu motor de 2022.
Deu um passo em frente no desempenho, mas o ‘tamanho’ desse passo não é ainda claro.
Isto porque, tal como Max Verstappen (e Nicholas Latifi e Valtteri Bottas), Charles Leclerc teve de começar a corrida a partir da parte de trás da grelha, depois da sua nova unidade de potência fazê-lo exceder o número de componentes permitidos durante uma temporada e a desencadear uma penalização.
Vimos uma clara dica do que pode fazer, com a sua volta de abertura, quando subiu para a 12ª posição num instante, e Leclerc estava mesmo a ‘correr’ pela terceira posição antes duma decisão errada dos pneus. Dado o facto do colega de equipa, Carlos Sainz ter ficado em segundo lugar e liderado a primeira parte da corrida – acabando por terminar no pódio – a Ferrari pareceu competitiva em Sochi e Leclerc vai querer ver quão forte vai ser para o resto da temporada.
Na Turquia, Leclerc sabe que pode atacar, pois tem a atualização e não tem penalização a pairar sobre ele, pelo que veremos se esse upgrade deu à Ferrari alguma vantagem em relação à McLaren, uma vez que essa luta particular pelo terceiro lugar no campeonato de construtores, continua a aquecer.











