Fórmula 1: “Larga maioria” das equipas estarão ainda contra uma nova entrada
A FIA pretende dar a possibilidade dos interessados em entrar na Fórmula 1 apresentarem os seus argumentos, não sendo certo que o atual pelotão possa aumentar para 11 equipas. O processo que o Presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, pediu à sua equipa para dar início será para analisar as capacidades dos interessados na classe rainha do automobilismo, podendo acontecer nem passarem dessa fase, seja o caso da Andretti/Cadillac ou da Panthera Team Asia. Neste particular, a candidatura da Andretti, cujo interesse perdura desde o tempo da negociação com a Sauber, ganhou mais um argumento de peso depois da parceria anunciada com o fabricante norte-americano, mas foi recebida com cautela, e até alguma frieza, pela Fórmula 1. O CEO da F1, Stefano Domenicali disse em setembro último que a entrada de uma nova equipa na competição não era uma prioridade e no comunicado após o anúncio da Andretti, lembraram que “qualquer pedido de novo participante requer o acordo tanto da F1 como da FIA”. O que levou mais tarde, Mohammed ben Sulayem a mostrar-se surpreendido por “algumas reações adversas” ao interesse da estrutura norte-americana, acrescentando que “deveríamos encorajar as possíveis entradas de fabricantes mundiais como a GM e de equipas de corridas com história como a Andretti e outras”.
Começa a parecer que a FIA apoia a entrada de uma nova equipa na Fórmula 1, mas as intenções de Mohammed ben Sulayem podem esbarrar naquilo que a maioria das restantes equipas não pretendem: dividir ainda mais o “bolo” numa altura de enorme crescimento económico da F1. Segundo a agência Reuters, uma fonte bem colocada no seio de uma das equipas atuais, afirmou que as hipóteses da Andretti ser aceite eram “altamente improváveis” e que uma “larga maioria” das 10 estruturas se opunha fortemente à expansão da grelha.
Este é um tema fraturante dentro da Fórmula 1 e que numa altura em que equipas e FIA parecem mais distantes do que estavam com a anterior direção da entidade federativa, pode ser vista como uma jogada política. Veremos quem tem mais argumentos.
Foto: Getty Images / Red Bull Content Pool
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Frenando_Afondo™
9 Janeiro, 2023 at 20:56
Então não era só o Toto Wolff que estava super-hyper-contra? Ah espera… hahahaha
Fast Turtle
9 Janeiro, 2023 at 21:55
Ja tem uma opiniao diferente da andretti.
Fast Turtle
9 Janeiro, 2023 at 21:57
Post reptido.
...
10 Janeiro, 2023 at 8:30
“super-hyper-contra”? Assim como o quê? Talvez como tu contra um certo piloto espanhol??? Não passas de um super-hyper-palhaço…
...
10 Janeiro, 2023 at 8:24
Uma fonte disse que uma larga maioria estava contra, “uma fonte”…é o: “ouvi dizer”, “fala-se”, o “diz que disse” habitual nestas coisas, mas tem logo que aparecer um palhaço a dizer…palhaçadas como as do 1° comentário…🤡
F1 FOR FUN
10 Janeiro, 2023 at 9:33
Tamanha ganância, no futebol os adeptos ficaram todos ofendidos com a Super Liga, a F1 já é a Super Liga, um campeonato fechado sem subidas nem descidas nem entrada de novas equipas.
Fast Turtle
10 Janeiro, 2023 at 18:24
Belo post.
Mas atemcao que na f1 se houvesse subidas e descidas tinhamos falencias quase todos os anos.
Mas em relacao a superliga concordo
F1 FOR FUN
10 Janeiro, 2023 at 21:28
Na F1 não faz sentido subidas e descidas anuais, mas talvez ao fim de 5 ou 6 anos quando terminam os acordos da concórdia, equipas que não estivessem ao nível como as extintas HRT, Manor, Caterham deviam ser excluídas com justa causa.