A F1 continua a crescer de forma impressionante e a cada ano os números aumentam. As receitas do Grande Circo têm subido de forma regular e estamos apenas no começo desta nova era, com o novo regulamento financeiro a dar os primeiros passos.
Desde a entrada da Liberty que a F1 se transformou no que todos achavam que podia ser. O maior espetáculo de desporto motorizado do mundo. Se antes, a visão de Bernie Ecclestone manietava o Grande Circo, com a entrada da Liberty tudo mudou. E a fórmula tem-se revelado um sucesso. Os números aumentam a cada ano, seja nas audiências, no número de fãs envolvidos, ou nas receitas.
O crescimento recente da receita da F1 tem sido significativo e, esquecendo o terrível ano de 2020 (por causa da Pandemia) o crescimento das receitas da F1 tem-se situado à volta dos 20%. Um valor impressionante. O lucro bruto anual da Liberty Media para 2021 foi de 5,943 mil milhões de dólares, um aumento de 23,56% face a 2020. As contas são claras e a F1 continua a movimentar cada vez mais dinheiro.
Essa valorização é possível de ser testemunhada pelas ações da F1. Se em 2016, ano da compra por parte da Liberty, as ações valiam 16 euros, agora valem 54, tendo ultrapassado os 60 euros em meados de 2022.
E esta valorização não deverá ficar por aqui, com a F1 a atrair cada vez mais interessados. Mesmo com o ano de 2020 em que as perdas ultrapassaram os 350 milhões de dólares, a F1 continua o seu progresso. Não espanta, portanto, que as equipas tenham tão pouca vontade de deixar entrar outras equipas sem ter a certeza que podem lucrar com isso. É que pela primeira vez em muito tempo (talvez na história da F1) as equipas podem pensar em lucros. O limite orçamental e o aumento das receitas faz com que as equipas cheguem ao fim do ano com dinheiro a mais, o que antes era uma raridade. A F1 continua a ganhar muito dinheiro e essa tendência deverá acentuar-se.










