Depois de uma época com o recorde de corridas realizadas, 2022 prepara-se para bater esse recorde com mais um GP planeado. Se 23 corridas por época, como demos conta ontem, leva a logística ao limite, também os membros das equipas são levados ao extremo, mas Stefano Domenicali, que na semana passada disse que era lamentável não haver interesse da Alemanha em realizar um GP de Fórmula 1, afirma que o interesse dos países asiáticos, com a China na frente, é cada vez maior, assim como em África, onde o regresso da competição está a ser estudada.
“Os EUA são importantes para nós e estamos a trabalhar arduamente para fazer de Miami 2022 um sucesso”, disse Domenicali ao Sport 1.“A outra região que não podemos subestimar é o Extremo Oriente, especialmente com Guanyu Zhou, que agora é piloto da Alfa Romeo. O interesse da China está a crescer, pelo que a região se tornará também o nosso foco. Um regresso a África – seja no norte ou no sul – seria ótimo“.
Assistiremos a mais do que 23 corridas por ano?










Venha daí o GP do Burkina Faso!
Este homem não tinha dito qualquer coisa sobre a importância dos GPs tradicionais? É que, se for para mantê-los ao mesmo tempo que se expande o número de países a acolher grandes prémios, o calendário fica sobrecarregado. Se já toda a gente se queixa de 23 corridas, como será com 25 ou 26?
Há algum problema com a Europa?
Falta de direitos humanos, racismo, falta de fãs. Têm que ir para países mais civilizados como a Arábia Saudita ou o Bahrain
Chegou a F1 prime time show à americana. A F1 desporto, tal como a conhecemos, passa para segundo plano. Sigo a F1 desde 1971, e esta mudança, centrada essencialmente na vertente comercial, não me agrada. Mas isso é só a minha opinião…
Para ser um campeonato verdadeiramente mundial, falta uma corrida em África, isso é lógico. Já quanto a aumentar corridas na Ásia…acho que já lá há corridas que cheguem. Há uns tempos, brinquei com a ideia de fazerem três ou quatro campeonatos de F1: campeonato asiático, com Austrália incluída; campeonato americano (norte, sul e México) e um campeonato europeu, que poderia incluir uma corrida em África. Depois escolhiam três ou quatro corridas de cada um desses campeonatos, que formariam o campeonato mundial. Confuso? Sim. Claro que esta ideia não é exequível por falta de equipas, (pilotos “arranjavam-se”) mas era a forma… Ler mais »
Isso é uma solução á “portuguesa”… Uma tentativa de agradar a todos sem na realidade resultar em nada.. Uma espécie de cozido á portuguesa.
Circuitos alternados são financeiramente insustentáveis e nenhum promotor obviamente pode viabilizar uma solução desse género…
Não sei se seriam insustentáveis. Os circuitos existem. Portugal, por exemplo, tem dois circuitos que têm sobrevivido sem a F1. Mais insustentável será o aumento de corridas. A médio / longo prazo, o público poderá começar a cansar-se de ter F1 todas as semanas (ou quase). Quem gosta mesmo de F1, quer ver as corridas em directo, e os “maluquinhos” (como eu) nem querem perder os treinos livres, o que prende o espectador ao écran, descurando a vida social e familiar, excepto se todo o grupo gostar do mesmo. Falando por mim, e não sou das pessoas que mais convive… Ler mais »
Quanto ao numero de GPs compreendo e concordo que 20 provavelmente é o numero mais equilibrado mas se todas as temporadas fossem como em 2021 de corridas até a ultima volta, até poderiam ser 25 GPs que não desagradaria a nenhum de nós que somos amantes do desporto motorizado, sobretudo F1. Janeiro, Fevereiro e Março são meses que me desagradam não apenas por ser inverno mas porque são meses “secos” de desporto motorizado… Em relação ao GP de Portugal gostaria que fossem publicados os números que envolveram a realização dos dois GPs e quanto envolveu o dispêndio do dinheiro dos… Ler mais »