Devido à invasão militar russa à Ucrânia, o Conselho Mundial da FIA reuniu ontem em sessão extraordinária e decidiu continuar a permitir que os pilotos russos e bielorrussos possam correr nas competições internacionais. No entanto, terão de correr sob a bandeira da FIA e não poderão representar a sua nação, para além de ter sido oficializado o cancelamento do GP da Rússia em Fórmula 1.
Bernie Ecclestone, antigo CEO da Formula One Management, apoia as decisões tomadas no Conselho Mundial da FIA, porque permite que os pilotos russos possam continuar a competir. “Há tantas coisas a serem decididas pelo mundo fora sobre este conflito entre a Rússia e a Ucrânia, mas não creio que alguém tenha realmente pensado bem no assunto ou se tenha concentrado no assunto. Se há um piloto russo na F1, o que tem a ver com a Rússia travar uma guerra? Não há ali qualquer relação. Os atletas russos não têm nada a ver com este conflito. Não fazem parte dele, e nunca fizeram parte dele. Acontece que eles são apenas russos”, disse Ecclestone à agência noticiosa PA.
Já hoje, o orgão que dirige o desporto motorizado no Reino Unido, foi mais longe do que as decisões tomadas ontem pelo Conselho Mundial da FIA e excluiu todos os pilotos com licença desportiva russa e bielorrussa das competições no seu território em resposta aos ato de guerra e agressão conduzidos na Ucrânia pela Rússia e Bielorrússia.











